“Os ritos do dragão”
O que sou? Fui um tirano, um guerreiro e um daqueles que tombaram no campo de batalha. Fui cristão, andarilho e inimigo de Deus. Mendiguei e matei, torturei e salvei, jurei lealdade e traí. Morri e retornei, e bebo sangue quente. Meu nome é Vladislaus, antigo Príncipe da Valáquia, antigo comandante de exércitos. Chamado Tepes, chamado Kazîglu Bey, chamado Drácula, sou hoje muito mais do que fui. E também, talvez, muito menos.
– Os ritos do dragão, pág. 4.
É assim que Drácula apresenta o relato memorialista de sua não-vida como vampiro, desde o instante de sua morte no campo de batalha, passando por suas conquistas, maldades, fracassos e momentos de raiva e fraqueza, até a aceitação plena de sua condição, o desenvolvimento de uma filosofia própria e de uma Disciplina mística capaz de fazê-lo transcender o vampirismo, para não mencionar a fundação da misteriosa Ordo Dracul.
Os ritos do dragão contém:
- A história romanceada de Drácula, sua transformação em vampiro e a maldição que Deus, em sua divina ira, lançou sobre seu antigo servo.
- A origem da Ordo Dracul, a Ordem do Dragão, contada por seu próprio fundador.
- Os segredos e a filosofia da coalizão mais misteriosa de Vampiro: o Réquiem.
- Material fértil para ilustrar diversas crônicas de Vampiro: o Réquiem, mas também uma leitura estimulante e agradável para aqueles que apreciam histórias de vampiros.