A “CM – Vamos elevar o nível” mudou, e se transformou na Amazonic Cosplays!
A Amazonic Cosplays veio para bater de frente com o isolamento que o cosplayers da região norte do Brasil sofrem.
Vamos com o tempo expandir nossas ações para fora do orkut com a intenção de unir cosplayers do norte inteiro e reunir informações e debates sobre todos os assuntos pertinentes à nossa comunidade.
A comunidade muda, mas o lema continua:
“Todos unidos pelo bem maior.”
U.S. Manga ou U.S. Manga Corps do Brasil foi um programa de televisão exibido pela extinta Rede Manchete em 1997. O programa apresentava animes OAV da distribuidora americana “U.S. Manga Corps”.
OAV Exibidos:
Art of Fighting (バトルスピリッツ 龍虎の拳, Battle Spirits Ryūko no Ken) é um anime dirigido por Hiroshi Fukutomi, baseado no game homônimo da SNK. Foi produzido originalmente como um telefilme e exibido pela Fuji TV no Japão.
Sinopse: O filme começa com Ryo Sakazaki tentando capturar um gato e ganhar a recompensa de 500 pratas por esta tarefa. Ao subir no telhado, ele encontra o seu amigo, o milionário e “garanhão” Robert Garcia, herdeiro da fortuna de sua família, os “Garcias”. Robert vive gozando a vida em cima da sua Ferrari, enquanto Ryo trabalha arduamente para conseguir manter a sua casa e o seu dojo de caratê, no qual ensina a técnica Kyokugenryu.
Depois de muitas tentativas frustadas de seu amigo Ryo, Robert decide ajudá-lo na captura deste bendito gato, e o felino acaba entrando em uma das casas da vizinhança de Ryo. Robert e Ryo invadem esta residência e não encontram ninguém. Robert, “malandro” por natureza, aproveita para tomar um “Drink” quando, de repente, uns homens chegam atirando e matando o homem que tenta fugir deles.
Os assassinos percebem que Ryo e Robert viram o assassinato e pensam que eles moram naquela casa, onde esta supostamente escondido o diamante “O Olho do Sírio”, e acusam Ryo e Robert de esconder o diamante.
Mais tarde eles descobrem que os assassinos foram enviados por Mr. Big e sua fiel capanga, King, para tentar recuperar “O Olho do Sírio”, que tem um valor incalculável. Sabendo que Ryo e Robert supostamente estão com o diamante, Mr. Big seqüestra a irmã de Ryo, Yuri, e fala que irá matá-la caso Ryo não dê o diamante para ele.
E tudo isso se torna ainda mais grave porque o comandante Toudou disse que se não conseguisse capturar o Mr. Big (com a ajuda da dupla) em 3 dias ele iria cometer o suicídio
Battle Skipper (美少女遊撃隊バトルスキッパー, Bishoujo Yuugekitai Battle Skipper?) é um anime OVA, em três episódios, baseado nos mini-mechas de brinquedo lançados pela Tomy. Conta a história de um grupo de garotas colegiais que entram para um esquadrão de combate. O anime tem um foco maior na história das garotas do que na dos mechas em si.
Sinopse: Saori, Kanami e Shioko acabam de entrar para o St. Ignacio, um colégio só para moças. No St. Ignácio existe dois clubes de estudantes: o “Clube de Etiqueta” (Kareibu) e o “Clube das Debutantes” (Reihoubu). Contrariando a maior parte a das alunas que preferem entrar para o popular Clube das Debutantes, as três recém-chegadas entram para o Clube de Etiqueta e logo descobrem que, na verdade, seus membros são parte de esquadrão secreto chamado Exters (ou ExStars). Em batalha as Exters utilizam veículos de combate chamados Battle Skippers, que são um tipo de mecha-tanque, com capacidade para uma pessoa. A seqüencia de transformação possui caracteristicas predominante Fan service.
Detonator Orgun (DETONATORオーガン,デトネイターオーガン, Detonator Orgun?) é uma série de animes, em três episódios, no formato OVA, dirigida por Masami Obari. Foi lançada no Japão no início da década de 90 pela AIC. A história da série se passa no distante ano 2292, e apresenta elementos de ficção científica e mecha.
Sinopse: A trama se desenvolve em torno de Tomoru Shindo, um estudante comum que vive na “Cidade N° 5″, na Terra do ano 2292. Faltando apenas alguns meses para se formar na faculdade, as maiores preocupações de Tomoru são as típicas para um jovem na posição dele: o que fazer após a formatura e finalizar o mais recente jogo lançado para seu Psych-Sim (um tipo de video-game que é ligado diretamente no cérebro). Mas a vida está para se tornar bem mais complicada! Os sonhos de Tomoru estão sendo invadidos por uma forma de vida misteriosa, de fora do nosso sistema solar, que o alerta quanto a um perigo iminente a todo o planeta e o impulsiona a preparar-se para a batalha. Enquanto ele luta entender esta situação, Michi, uma jovem pesquisadora que trabalha para a inteligência da Earth Defence Force (Força de Defesa da Terra), juntamente com I-Zack, um super computador, correm para desvendar os segredos de uma armadura alienígena. Mas ao que parece, a armadura tem seus próprios planos.
Um grupo de alienígenas hostis, chamados Evoluders (Evoluídos na versão brasileira), chega e lança uma máquina assassina na cidade de Tomoru. Sua missão: destruir o soldado renegado Orgun. Mas o que encontra é um confuso Tomoru, que agora precisa combater um inimigo saído diretamente de seus pesadelos.
Battle Fighters: Garou Densetsu (バトルファイターズ餓狼伝説, Battle Fighters: Garou Densetsu?) (Fatal Fury, no ocidente e adaptado para “Fúria Total” no Brasil) é um anime baseado no jogo de videogame de mesmo nome, Garou Densetsu – shukumei no tatakai (Fatal Fury: King of Fighters). O filme foi dirigido pelo famoso Masami Obari que também foi responsável pelo desgin dos personagens. O anime segue o roteiro do jogo, com algumas adaptações que tornam a trama mais iteressante para o vídeo, seu sucesso rendeu duas continuações:Battle Fighters: Garou Densetsu 2 (BR: Fatal Fury 2: O desafio de Krauser) e Garou Densetsu: The Motion Picture, o último nunca foi oficialmente adaptado ao português.
Battle Fighters: Garou Densetsu 2 (バトルファイターズ餓狼伝説2, Battle Fighters: Garou Densetsu 2?) é a seqüência de Battle Fighters: Garou Densetsu (Fatal Fury ou Fúria Total), produzido um ano antes. O filme conta a história de Terry Bogard depois de derrotar Geese Howard, introduzindo novos personagens como Kim Kaphwan e Mai Shiranui e novos vilões como Wolfgang Krauser e Laurence Blood.
Gall Force (ガルフォース, Gall Force?) é uma série de animes de ficção científica do estúdio Artmic, e com produção da Youmex e AIC. O primeiro lançamento foi em 1986, com o longa “Gall Force: Eternal Story”. No ano seguinte, teve inicio o lançamento das séries OAV: “Destruction” (1987); “Stardust War” (1988); “Rhea Gall Force” (1989) ; “Earth Chapter” (1989, 1991) e “The Revolution” (1996).
Ë considerado por alguns fãs de anime um clássico dos anos 80.
Genocyber (ジェノサイバー, Genocyber?) é uma série anime OVA de ficção científica, produzida pela Bandai Visual.
Sinopse: A história detalha a criação da mais sofisticada arma biológica já produzida, o Genocyber, um monstro criado a partir de duas jovens irmãs paranormais. Com início em Hong Kong, a história segue uma garota muda, que contra sua vontade, é levada pelas ambições de um cientista louco que quer combinar os poderes da garota com os de sua aleijada irmã para ativar o Genocyber. Após uma busca brutal, que deixa dúzias de corpos em seu caminho, a garota é aparentemente capturada por agentes de uma obscura organização governamental e o cientista preso. Porém, a garota escapa, matando o cientista e os agentes do governo. Este episódio do OVA termina quando a garota encontra seu único amigo, um menino, morto após cair de um prédio em construção. A garota se transforma no Genocyber, e segue para destruir Hong Kong completamente.
No segundo e terceiro episódios, o projeto Genocyber é movido para um gigantesco navio de guerra, onde a misteriosa garota de onde ele veio aparece e é recolhida pelo médico do navio, que havia perdido sua filha em acidente aéreo. A Genocyber mais uma vez enlouquece, e destrói tudo a sua volta.
No começo do quarto episódio, Legend of Ark Grand, parte 1, encontramos o Genocyber ainda em seu caminho de destruição, e parece já ter destruído praticamente toda a civilização em seus combates contra todos os exércitos do mundo, até ser finalmente derrotado, em algum momento durante o século XXIV. A história começa no inicio do século XXV, com dois personagens, Mel, uma garota para-normal cega, e Rin, seu namorado. Os dois estão visitando um dos últimos bastiões da civilização humana, a cidade de Ark Grand, para tentar recuperar a visão de Mel. Após um tempo ganhando dinheiro nas ruas, eles acabam tendo problemas com a policia, e terminam nas ruínas subterrâneas da cidade que havia naquele local antes da construção de Ark De Grande. Lá, descobrimos que este também é o local do descanso final do Genocyber, e que uma seita obscura agora o adora com se fosse um deus, e esperam o retorno de seu “deus” para purificar a cidade.
No episódio 5, Legends of Ark Grand, parte 2, a segunda metade desta história, Mel foi adotada como um tipo arauto pela seita. Os despóticos líderes da cidade decidem, enquanto se preparam para o qüinquagésimo aniversário da cidade, exterminar a seita. Enquanto isso, Rin está com amnésia, e é capturado e torturado pelas autoridades. Os esquadrões da morte aparecem no esconderijo subterrâneo, e Mel, que desenvolveu um tipo de “entendimento” com o Genocyber, pede vingança, iniciando o conflito final com o que sobrou das forças Kyuryu Group.
Iczer 3 (冒険!イクサー3, Iczer 3?) é uma série anime OVA de 6 episódios. É a seqüência de Fight! Iczer One.
Na América do Norte a série passou a se chamar “Iczer Reborn” desde o lançamento para DVD pela Central Park Media.
Sinopse: Nagisa (de “Fight! Iczer One”) trabalha como entregadora e faz suas entregas com uma garota chamada Kawai. As duas encontram uma nova raça de vilões alienígenas, mas são salvas por Iczer-3. Enquanto Iczer-1 recupera-se da luta contra o legado de Big Gold, Neos Gold, Sister Grey envia Iczer-3 para a Terra, que acaba se tornando a nossa última esperança contra a nova ameaça.
Samurai Shodown (Samurai Spirits no Japão) é o nome da série de jogos de luta de videogame criada pela SNK.
Apesar do nome da série, a maioria dos personagens não são samurais no sentido literal da palavra. No Japão, o nome da série é oficialmente escrita em katakana, mas é geralmente escrita em kanji (侍魂, samurai damashii), com a segunda palavra pronunciada “supirittsu”, “espíritos”, para esclarecer melhor o tema do jogo.
Os jogos de arcade mais antigos são marcados pelo seu engrish, como por exemplo a palavra “victoly” (que deveria ser “Victory”, vitória em inglês) que aparece no fim de cada partida. Na verdade, até o título do jogo é pronunciado errado. Como muitos títulos dos jogos foram desenvolvidos no Japão, “‘Samurai Spirits” teve seu título modificado para outras regiões.
Hades Project Zeorymer (冥王計画ゼオライマー, Purojekuto Zeoraimā?) é um anime sobre mechas produzido pela Toshiba EMI e Youmex, com a animação de AIC e ARTMIC Studios. Foi baseado no mangá homônimo do mangaká Yoshiki Takaya, sob o pseudônimo de Chimi Maruo.
O mangá tem um forte apelo sexual, contendo inclusivo cenas explícitas, mas o anime diminuiu consideravelmente esse aspecto.
Sinopse: A empresa de programação “International Electronic Brains” serve de fachada para uma organização secreta chamada Tekkoryu (Hau Dragon), sediada na China. Esta organização domina os Hakkenshu, 8 mechas que representam cada um as forças da natureza. A missão principal da organização é recuperar o mais forte dos Hakkenshu, Zeorymer dos Céus, roubado por um agente duplo e levado para o Japão.
Masato Akitsu era um adolescente normal até ser capturado por uma organização japonesa e jogado na cabine do Zeorymer dos Céus. Assim ele é informado de que toda a sua antiga vida era mentira, e que na verdade seu futuro é pilotar o Zeorymer dos Céus.
Zeorymer é o único dos Hakkenshu que precisa de dois pilotos para funcionar, um homem e uma mulher. Com isso a dupla principal passa a ser Masato e Miku Himuru, uma misteriosa garota.
M.D. Geist (装鬼兵MDガイスト, Sokihei M.D. Geist?) é um anime / mangá sobre um mundo pós-apocalíptico. A série é extremamente violenta, não raro apresentando cenas explicitas de esquartejamento e estripação humanas.
A Logística é a área da gestão responsável por prover recursos, equipamentos e informações para a execução de todas as atividades de uma empresa.
Entre as atividades da logística estão o transporte, movimentação de materiais, armazenagem, processamento de pedidos e gerenciamento de informações.
Pela definição do Council of Supply Chain Management Professionals, “Logística é a parte do Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento que planeja, implementa e controla o fluxo e armazenamento eficiente e econômico de matérias-primas, materiais semi-acabados e produtos acabados, bem como as informações a eles relativas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes” (Carvalho, 2002, p. 31).
Uma das principais ferramentas da logística é o WMS, Warehouse Management System, em português – literalmente: sistema de automação e gerenciamento de depósitos, armazéns e linhas de produção. O WMS é uma parte importante da cadeia de suprimentos (ou supply chain) e fornece a rotação dirigida de estoques, diretivas inteligentes de picking, consolidação automática e cross-docking para maximizar o uso do valioso espaço do armazéns.
Origem do nome
O termo logística, de acordo com o Dicionário Aurélio, vem do francês Logistique e tem como uma de suas definições “a parte da arte da guerra que trata do planejamento e da realização de: projeto e desenvolvimento, obtenção, armazenamento, transporte, distribuição, reparação, manutenção e evacuação de material para fins operativos ou administrativos”. Logística também pode ser definida como a satisfação do cliente ao menor custo total (Ferreira, 1986, p. 1045). Pode-se dizer então que os termos Logística e Cadeia de Suprimentos tem o mesmo significado, já que ambos têm a finalidade de satisfazer o cliente com o menor custo possível.
Outros historiadores defendem que a palavra logística vem do antigo grego logos, que significa razão, cálculo, pensar e analisar.
O Oxford English dicionário define logística como: “O ramo da ciência militar responsável por obter, dar manutenção e transportar material, pessoas e equipamentos”.
Outra definição para logística é: “O tempo relativo ao posicionamento de recursos”. Como tal, a logística geralmente se estende ao ramo da engenharia, gerando sistemas humanos ao invés de máquinas.
História
Desde os tempos bíblicos, os líderes militares já se utilizavam da logística. As guerras eram longas e geralmente distantes e eram necessários grandes e constantes deslocamentos de recursos. Para transportar as tropas, armamentos e carros de guerra pesados aos locais de combate eram necessários o planejamento, organização e execução de tarefas logísticas, que envolviam a definição de uma rota; nem sempre a mais curta, pois era necessário ter uma fonte de água potável próxima, transporte, armazenagem e ditribuição de equipamentos e suprimentos. Na antiga Grécia, Roma e no Império Bizantino, os militares com o título de Logistikas eram os responsáveis por garantir recursos e suprimentos para a guerra.
Carl von Clausewitz dividia a Arte da Guerra em dois ramos: a tática e a estratégia. Não falava especificamente da logística, porém reconheceu que “em nossos dias, existe na guerra um grande número de atividades que a sustentam (…), que devem ser consideradas como uma preparação para esta”.
É a Antoine-Henri Jomini, ou Jomini, contemporâneo de Clausewitz, que se deve, pela primeira vez, o uso da palavra “logística”, definindo-a como “a ação que conduz à preparação e sustentação das campanhas”, enquadrando-a como “a ciência dos detalhes dentro dos Estados-Maiores”.
Em 1888, o Tenente Rogers introduziu a Logística, como matéria, na Escola de Guerra Naval dos Estados Unidos da América. Entretanto, demorou algum tempo para que estes conceitos se desenvolvessem na literatura militar. A realidade é que, até a 1ª Guerra Mundial, raramente aparecia a palavra Logística, empregando-se normalmente termos tais como Administração, Organização e Economia de Guerra.
A verdadeira tomada de consciência da logística como ciência teve sua origem nas teorias criadas e desenvolvidas pelo Tenente-Coronel Thorpe, do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos da América que, no ano de 1917, publicou o livro “Logística Pura: a ciência da preparação para a guerra”. Segundo Thorpe, a estratégia e a tática proporcionam o esquema da condução das operações militares, enquanto a logística proporciona os meios”. Assim, pela primeira vez, a logística situa-se no mesmo nível da estratégia e da tática dentro da Arte da Guerra.
O Almirante Henry Eccles, em 1945, ao encontrar a obra de Thorpe empoeirada nas estantes da biblioteca da Escola de Guerra Naval, em Newport, comentou que, se os EUA seguissem seus ensinamentos teriam economizado milhões de dólares na condução da 2ª Guerra Mundial. Eccles, Chefe da Divisão de Logística do Almirante Chester Nimitz, na Campanha do Pacífico, foi um dos primeiros estudiosos da Logistica Militar, sendo considerado como o “pai da logística moderna” Até o fim da Segunda Guerra Mundial a Logística esteve associada apenas às atividades militares. Após este período, com o avanço tecnológico e a necessidade de suprir os locais destruídos pela guerra, a logística passou também a ser adotada pelas organizações e empresas civis.
Desenvolvimento
As novas exigências para a atividade logística no mundo passam pelo maior controle e identificação de oportunidades de redução de custos, redução nos prazos de entrega e aumento da qualidade no cumprimento do prazo, disponibilidade constante dos produtos, programação das entregas, facilidade na gestão dos pedidos e flexibilização da fabricação, análises de longo prazo com incrementos em inovação tecnológica, novas metodologias de custeio, novas ferramentas para redefinição de processos e adequação dos negócios. Apesar dessa evolução, até a década de 40 havia poucos estudos e publicações sobre o tema. A partir dos anos 50 e 60, as empresas começaram a se preocupar com a satisfação do cliente. Foi então que surgiu o conceito de logística empresarial, motivado por uma nova atitude do consumidor. Os anos 70 assistem à consolidação dos conceitos como o MRP (Material Requirements Planning).
Após os anos 80, a logística passa a ter realmente um desenvolvimento revolucionário, empurrado pelas demandas ocasionadas pela globalização, pela alteração da economia mundial e pelo grande uso de computadores na administração. Nesse novo contexto da economia globalizada, as empresas passam a competir em nível mundial, mesmo dentro de seu território local, sendo obrigadas a passar de moldes multinacionais de operações para moldes mundiais de operação.
Atividades envolvidas
A logística é dividida em dois tipos de atividades – as principais e as secundárias (Carvalho, 2002, p. 37):
Principais: Transportes, Manutenção de Estoques, Processamento de Pedidos.
Secundárias: Armazenagem, Manuseio de materiais, Embalagem, Suprimentos, Planejamento e Sistema de informação.
Formação profissional:
Houve tempo em que se exigia do profissional de logística formação universitária em engenharia. Hoje existem no Brasil alguns cursos de formação específica nesta área.
A procura é muito grande e os estudantes, assim que se formam, encontram bons empregos nas empresas especializadas.
Ministrado pela FATEC em São Paulo, tem muita tradição e qualidade o Curso de Técnologia em Logística e Transportes (Fonte: http://jornal.fatecsp.br/index.php?pag=exibmenucont&menupos=3).
Sendo Osasco e região um polo que concentra inúmeras empresas, algumas de grande porte, que se dedicam a atividades logísticas, seria natural que a maior instituição de ensino superior alí instalada se preocupasse com essa área profissional. De fato, o Centro Universitário FIEO mantém um conceituado Curso de Tecnologia em Logística, recentemente avaliado com nota máxima pelo MEC (Fonte: http://unifieo.br).
Referências bilbiográficas
LVARENGA, Antônio C. NOVAES. Antonio G. N. Logística Aplicada: suprimento e distribuição física. 3ª edição. São Paulo. Ed.Edgar Blucher ltda. 2000.
BALLOU, Ronald H. Logística Empresarial: transportes, administração de materiais, distribuição física. São Paulo. Ed. Atlas. 1993.
BRASIL Marinha do Brasil – Estado-Maior da Armada. Manual de Logística da Marinha (EMA-400 2ª Revisão). Brasília, 2003.
CAIXETA-FILHO, João V. MARTINS, Ricardo S (Org). Gestão logística do transporte de cargas. São Paulo. Ed. Atlas. 2001.
CARVALHO, José Meixa Crespo de – Logística. 3ª ed. Lisboa: Edições Silabo, 2002. ISBN 978-972-618-279-5
DIAS, João Carlos Quaresma – Logística global e macrologística. Lisboa: Edições Silabo, 2005. ISBN 978-972-618-369-3
DORNIER, Philippe-Pierre. ERNST, Ricardo. FENDER, Michel. KOUVELIS, Panos. Logística e operações globais: textos e casos. São Paulo. Ed. Atlas. 2000.
FERREIRA, Aurélio Buarque De Holanda. Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. 2ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986.
FLEURY, Paulo F. WANKE, Peter. FIGUEIREDO, Kleber F. (Org). Logística Empresarial: a perspectiva brasileira. São Paulo. Ed. Atlas. 2000.
KUNRATH, Rodrigo Diedrich – Logística Empresarial. 1ª ed. Rio Grande do Sul – Ediouro, 2007. ISBN 978-972-618-421-1
NOVAES, G. A. Logística e gerenciamento da cadeia de distribuição. Rio de Janeiro. Ed. Campus. 2000.
Algumas Associações de Logística:
ASLOG – Associação Brasileira de Logística
NTC&Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística
Made in Japan, em comemoração aos 101 anos da imigração japonesa no Brasil, preparou um roteiro para você conhecer o que o território verde-amarelo tem de melhor a oferecer sobre a cultura nipônica. São restaurantes, passeios, clínicas, museus, cursos, academias, lojas, monumentos – enfim, uma seleção especial de atrações que vai do pop ao tradicional para agradar a todos os gostos.
Estudo na Tôdai
Brasileiro conta como é a vida de um estudante da universidade de Tokyo, a mais famosa de todo o arquipélago
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Guloseimas com cara de Japão
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World Cosplay Summit 2009: Brasil vive febre de cosplayers
Jardim japonês
Dê um toque zen em qualquer ambiente da casa com os belos jardins nipônicos
Carreira pública
Prestar concurso público é uma das alternativas para dekasseguis desempregados recém-chegados ao Brasil
Made in Japan #142
66 páginas
R$ 7,90 (Brasil)
600 ienes (Japão)
Previsão de lançamento para o dia: 03/07/09
Será realizada dia 18 de julho próximo a 2ª Con 007 cujo tema é 30 anos do filme 007 contra o foguete da morte (Moonraker).
CON007 – 30 anos de Moonraker (007 contra o Foguete da Morte)
Data: 18 de julho de 2009.
Horário: Das 15 às 18 horas.
Local: Livraria Cultura – Bourbon Shopping Pompéia
Rua Turiassú, 2100 – Fone: (11) 3868-5100. (Próximo a Estação Barra Funda do Metrô)
Nas últimas décadas vem se intensificando o interesse popular por temas mitológicos, somando-se a inúmeros filmes, livros e outras formas de arte e entretenimento. Apesar disso, são muito escassas as publicações em língua portuguesa sobre a cultura viking, e principalmente, os mitos germânicos, motivo do interesse pelo livro em questão.
A obra Introdução à Mitologia Viking, do escritor britânico John Grant, foi dividida em duas partes, sendo a primeira um dicionário com as principais divindades, e a segunda, um estudo sobre os principais aspectos temáticos da mitologia retratada. Somado ao fato da obra ter um projeto gráfico audacioso, com belas reproduções de ilustrações, fotografias e figuras, tratar-se-ía de um trabalho de referência espetacular, tanto ao iniciante como ao especialista na temática.
Porém, o livro é uma grande decepção, principalmente quando analisamos mais profundamente seu texto e estrutura. Uma grande desvantagem para o leitor mais criterioso é a falta de dados sobre a iconografia: estão ausentes a data original e a autoria das imagens, especialmente as do Oitocentos. Logo no início, percebemos no autor um desconhecimento maior em história medieval: “os vikings eram um povo teutônico” (p. 6). Tanto os teutões, quanto os saxões, anglos, jutos, vikings, e outros, eram povos que, do ponto de vista etno-linguístico, são classificados como de etnia germânica. As outras duas grandes etnias da Europa pré-cristã, foram a celta e a eslava. E cada uma dessas etnias tinham grandes diversificações políticas, mas sempre com uma base em comum na língua, aspectos culturais e principalmente, um mesmo padrão mitológico.
Ainda em sua introdução, John Grant comete grandes equívocos, desconhecendo também maiores leituras em antropologia. A respeito dos vikings declara: “…de uma crueldade bárbara (…) matando homens e crianças e violando mulheres (…) Os métodos de carnificina usados com os camponeses e os pescadores eram repugnantes (…) estes crimes faziam também com que a maior parte dos membros da cultura viking empalidecessem” (p. 6-7). O tema da violência é um conceito que deve ser sempre relativizado em História, assim como os estereótipos “bárbaro”, “civilização”, “progresso” e “humanidade”.
Afinal, os vikings, apesar de utilizarem métodos considerados violentos, não adotavam o recurso da tortura, amplamente usada na Europa medieval que, diga-se de passagem, era toda ela já cristianizada – isso sem entrarmos em outros pormenores, como a Inquisição e as chacinas praticadas pelos cruzados na Terra Santa, matando e torturando em nome da Santa Igreja. Assim, ética e moral são conceitos que variam de cultura para cultura. Se para um francês cristão os vikings e os orientais eram pagãos bárbaros e desumanos, um muçulmano medieval teria o mesmo olhar para o europeu que visitava suas terras (este é um tema largamente discutido por especialistas como Georges Duby e Jacques Le Goff).
Em relação ao “empalidecimento” dos membros da cultura nórdica, lembramos que a palavra viking era utilizada nos primeiros tempos das incursões (século VIII d.C.) a todo camponês, agricultor ou membro da alta sociedade escandinava que se aventurava pelo mar afora para conseguir alguma espécie de lucro ou vantagem heróica. Portanto, não havia por parte das comunidades escandinavas nenhum caráter moralista negativo a seus guerreiros que retornavam das pilhagens.
Grant segue em seu texto também com terminologias pouco apropriadas. Em relação às sepulturas, utilizou a frase “padrões de pedras” (p. 24), mas o correto seria “alinhamentos megalíticos em forma de navios”. Na legenda para a fotografia da pedra de Lindisfarne, na Inglaterra, o autor descreve: “…acredita-se que comemora o primeiro ataque viking à ilha” (p. 25). A pedra foi erguida pelos britânicos no século IX e tem duas faces: uma com sete vikings portando espadas e machados e outro lado referenciando o Juízo Final. Ou seja, associa os pagãos com o eminente fim do mundo. Com isso Grant cometeu um grave erro ao citar esta pedra como um monumento, pois de maneira nenhuma um cristão teria comemorado um ataque viking a um lugar santo!
O famoso cofre de Franks (Inglaterra), recebeu na legenda uma datação do século XVIII (p. 28), mas, na realidade, ela foi fabricada no século IX d.C.. Mas o maior erro histórico do autor acabou sendo a frase: “Os vikings também foram para o sul, até o Mediterrâneo – com os celtas irlandeses – chegando a ameaçar o império romano” (p. 119). Isso é simplesmente impossível, porque os vikings (século VIII-XI d.C.) eram do período medieval, muito depois da queda do Império Romano.
Os equívocos com relação à mitologia são bastante amplos. Nos verbetes sobre os deuses Inverno e Verão (p. 12 e 15), o autor cometeu um lapso lingüístico (caso não tenha sido culpa do tradutor). Os vikings chamavam o verão (do latim veranum) de Sumar, e o inverno (hibernum) de Vetur. Um dos únicos deuses nórdicos em que a grafia é idêntica ao português atual é a do deus Sol.
No verbete sobre o deus Modi houve um erro de transcrição repetida ou de impressão tipográfica: “Filho de Thor e da giganta Iarnsaxa. Após o Ragnarok, ele e o seu irmão Modi…” (p. 13). O correto seria Magni, o outro filho do deus Thor.
A respeito da tela do deus Odin e Brunhilde, ela não foi originalmente publicada em 1915 (p. 96) e sim em 1890, de autoria do pintor F. Leeke.
Com relação às valquírias, o autor efetuou contradições em seu texto. Na página 88, ele afirma sobre essas personagens míticas: “jovens belíssimas”, e na página seguinte: “nas lendas originais, as valquírias eram muito belas”. Mais adiante, comentado uma das maravilhosas ilustrações de Arthur Rackham, Brunhilde (1910), o autor mudou de opinião: “pouco nos leva a acreditar que os vikings as vissem como lindas donzelas de belas formas” (p. 98). Mas afinal, as tradições míticas não refletem as concepções de uma sociedade? O mito de Afrodite não encarna também o ideal de beleza feminino dos gregos? É óbvio que os vikings idealizavam mulheres de belas formas, e o mito das deusas nórdicas Iduna, Freyja, Brunhilde e as valquírias, nada mais refletem do que esse ideal.
Ainda sobre as valquírias, o autor comenta: “A imagem moderna das valquírias foi colorida pela execução das óperas de Richard Wagner: vêmo-las como objecto do ridículo, roliças, de peito grande” (p. 91). Nada mais incorreto. Analisando as fotografias da primeira execução oficial completa de O anel dos Nibelungos (1876, Bayreuth), percebemos que as cantoras que executavam o papel das donzelas em questão, não eram nada roliças, pelo contrário, eram beldades que em nada denegriam a mitologia original. A cantora Amalie Friedrich, que fez o papel de Brunhilde em 1876, era muito bonita. As ilustrações e pinturas utilizadas como cenário desta ópera, como os quadros de Max Bruckner e do citado Arthur Rackham entre 1870-1910, representam as virgens guerreiras como criaturas absolutamente maravilhosas. Em especial, a pintura da valquíria de Theodor Pixies para o cenário de 1870, é simplesmente uma donzela loura, magra e linda! A questão é que já no século XX, algumas cantoras germânicas que se tornaram famosas interpretando a dita obra musical não tinham um corpo que talvez fizesse juz à sua voz… Para encerrar o comentário, o autor esqueceu de citar uma famosa característica das valquírias: seu aspecto de donzelas-cisnes, que acabou por criar no imaginário artístico moderno as enormes asas laterais em seus capacetes.
Ao comentar sobre o deus Freyer, John Grant novamente elaborou comentários moralistas: “…seu culto parece ter sido bastante desagradável, incluindo práticas tais como sacrifícios humanos.” (p. 57). Qualquer análise séria sobre fenômenos religiosos e míticos deve ser relativizada, porque os referenciais simbólicos mudam de uma cultura para outra. Temas como sacrifícios humanos e canibalismo fizeram parte de quase todas as culturas humanas, e não podem ser entendidos a partir do referencial ético-cristão do ocidente moderno.
O moralismo subjetivo do autor torna-se direto quando trata da deusa Freyja: “não foi nenhum modelo de virtude. Seria de esperar que tivesse sido insultada pela sua sexualidade – especialmente numa sociedade primitiva, em que se espera que as mulheres sejam castas e condescendentes” (p. 62). Muito pelo contrário! Freyja era uma das deusas mais veneradas pelos escandinavos. Aliás, as mulheres vikings eram bem liberadas para os padrões dos cristianismo medieval, pois podiam ter propriedades, divorciar-se quando bem entendessem e escolher seus relacionamentos sexuais. A poligamia era uma prática muito comum e aceita entre os vikings, principalmente na Suécia, onde o deus do sexo, Freyer, era o mais adorado.
Citando várias deusas nórdicas, o autor acabou por se confundir: “Eástre, Gode, Hlodin, Holda, Horn, Nerthus, Ostara e Wode”. (p. 64). Acontece que Eástre e Ostara são denominações para a mesma deusa! Identificada com a primavera, o seu culto inspirou a moderna celebração da páscoa (Easter, em inglês; Ostern, em alemão) com ovos e coelhos, símbolos da sua fertilidade.
Em relação ao deus Loki, o autor exagerou: “…é o mais fascinante dos membros do panteão escandinavo” (p. 67). Claro que é uma opinião pessoal, mas em relação a esse mesmo deus, Grant cometeu outra contradição. Na página 57 ele afirma que os três principais deuses foram Odin, Thor e Freyer, algo que corroboramos plenamente. Mas já na página 79, ele cita que a trindade máxima seria Loki, Odin e Thor!
O final da obra torna cada vez mais óbvio os referenciais moralistas-cristãos do autor. Em relação ao Valhala, ele seria tão apelativo aos vikings que estes cometeriam suicídio para poderem adentrá-lo mais rapidamente: “…se deixariam cair sobre as suas lanças para se habilitarem a fazer parte dos eleitos de Einheriar”. (p.88). Uma afirmativa totalmente falsa. O que era desonroso para um viking era não poder morrer com a espada em punho, em um campo de batalha. Claro que podem ter existido vikings suicidas, mas desconhecemos qualquer caso desta natureza nos registros históricos.
Novamente citando Wagner, o autor mais uma vez errou: “A versão da história retratada no ciclo de O anel, de Wagner, é uma versão tardia, não tem relação com as lendas escandinavas”. (p. 97). Ora, qualquer estudioso do compositor alemão sabe que ele se baseou na versão do Volsunga saga (séc. XIII), ao invés de Das Nibelungenlied, versão alemã do século XIII. Por um motivo bem óbvio: a versão alemã não cita em nenhum momento qualquer divindade! Ao eleger a saga escandinava, Wagner apenas alterou o nome dos principais deuses – em vez de Odin, adotou o nome saxão-teutão Wotan; para Thor, adotou Donnar; para o herói Siegurd, adotou o nome Siegfried.
O desfecho do livro não poderia ter sido pior. Comentando sobre o Ragnarok, Grant acabou por revelar suas próprias concepções religiosas: “O cristianismo também deixou a sua marca na mitologia escandinava, estando escrito que, após o Ragnarok, verificar-se-á a encarnação de um deus grande demais para ser nomeado – por outras palavras, Jeová”. (p. 118). Ou seja, para o autor, dentro da própria narrativa mitológica dos vikings já encontravam-se as bases para a legitimação do futuro cristianismo. Uma afirmativa totalmente equivocada, pois a mitologia nórdica era essencialmente cíclica: após o declínio e morte dos deuses, todo o ciclo cósmico iria novamente ser repetido. No politeísmo viking original, não há espaço para um deus ou profeta redentor nos moldes hebraico-cristãos.
Em conclusão, o escritor John Grant realizou uma obra repleta de equívocos, erros históricos e interpretações falsas, revelando um profundo desconhecimento sobre a cultura dos vikings. Ao leitor de língua portuguesa resta a consulta em duas obras de referência muito mais completas e sérias: a Enciclopédia de mitologia nórdica, clássica e celta, de Arthur Cotterell (1998), e a excelente obra analítica Mitos nórdicos, de R. Page (1999). Para maiores aprofundamentos acadêmicos, recomendamos os trabalhos do francês Regis Boyer, que é considerado o maior especialista da atualidade.