Texto e texto sobre Halloween americanizado e também sobre a sua origem vai ter pela net, este ano so vou por umas imagens mesmo.
Quem disse que Bruxa tem que ser feia?

Bruxinha Fashion e Sexy

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A palavra “avaliação” pode não assustar quando quem a escuta assume a posição de avaliador. Mas quando a situação é outra e a pessoa passa a ser o avaliado, geralmente não é vista com muita simpatia. Afinal, o indivíduo sabe que a partir daquele momento seus pontos considerados “positivos” e “negativos” virão à tona. No ambiente corporativo, a avaliação de desempenho também preocupa os profissionais, pois entrarão em evidências suas competências, sejam técnicas ou comportamentais, que atendem às expectativas da empresa, bem como aquelas que precisam ser trabalhadas.
Se uma avaliação de desempenho pode gerar tanta tensão nos colaboradores, como e por que deve ser utilizada? Algumas organizações apostam que o ideal é contar com a presença de um profissional que seja imparcial ao processo como, por exemplo, um consultor interno que não tenha vínculo com o avaliado e o avaliador. Vale lembrar que, antes de adotar qualquer metodologia de avaliação, cada empresa deve considerar sua cultura, seus valores e sua missão. Abaixo, listo alguns comentários que considero importante e, a maioria é resultado de conversas que tive e entrevistas que realizei com profissionais de Recursos Humanos e gestores. São apenas 15 observações que merecem sua atenção.
1 – Quando a organização resolve adotar a avaliação de desempenho, o processo deve ser apresentado aos funcionários de forma objetiva. Isso requer o planejamento de ações que deve ser realizado pela área de RH em parceria com a Comunicação Interna da empresa. Isso desmistificará o processo e as pessoas entenderão que a avaliação não é um “bicho de sete cabeças”.
2 – No processo de divulgação de implantação, deve-se enfatizar que a avaliação de desempenho não é um processo punitivo. Mas sim, um canal de informações valiosas para a melhoria da performance de cada um.
3 - É importante deixar claro para os colaboradores, que através da avaliação de desempenho os profissionais aumentam as chances de ascensão na carreira e de empregabilidade no mercado.
4 - Um fato relevante: deve-se informar que os resultados da avaliação não serão engavetados e esquecidos. Isso mostrará a todos a seriedade do processo para a vida da empresa.
5 - A avaliação de desempenho exige a participação efetiva das lideranças. Dessa maneira, os gestores devem ser preparados para compreenderem a importância deles para o êxito do processo. Um treinamento específico para os líderes é uma ótima alternativa, para que todos assimilem os objetivos que a empresa deseja alcançar com a iniciativa.
6 - Uma vez capacitados, os líderes serão agentes multiplicadores do processo e cabe a eles também o papel de tirar possíveis dúvidas dos colaboradores.
7 - Quando o processo for iniciado, o feedback deve ser considerado uma prioridade no contexto. Através dele, o funcionário saberá o que a empresa espera dele, seus pontos fortes e aqueles que precisam ser melhorados, a fim de que o avaliado atenda às expectativas da organização.
8 - Após conversar com o funcionário, identificados os pontos fracos que precisam ser trabalhados, o gestor deve traçar com o profissional um Plano de Desenvolvimento Pessoal que deve, inclusive, incluir metas e datas a serem cumpridas.
9 – O processo de avaliação de desempenho precisa ser acompanhado e por essa razão, é aconselhável que após um curto período da primeira conversa, o líder agende uma nova conversa com o avaliado. Assim, a liderança saberá como está o desenvolvimento das novas competências do colaborador e se outra estratégia precisa ser adotada, para que ao final do processo não existam “surpresas” desagradáveis.
10 - Outro detalhe importante que não pode ser esquecido, é que através da avaliação de desempenho, a empresa identifica competências dos colaboradores podem estar adormecidas e passarem despercebidas aos gestores. Isso impede que profissionais sejam transferidos para outros setores ou exerçam novas funções que certamente permitiriam uma contribuição mais efetiva ao negócio.
11 - Quando compiladas as informações obtidas através da avaliação de desempenho podem ser utilizadas, para que a empresa adote ações/programas que estimulem o desenvolvimento dos profissionais.
12 - A avaliação de desempenho permite ainda que a empresa ajuste rumos, priorize ações, acompanhe os resultados e o desenvolvimento de cada colaborador.
13 - Muitas organizações retêm os talentos, após a realização da avaliação de desempenho. Isso ocorre porque a empresa identifica os fatores que desmotivam os profissionais e conseguem neutralizá-los. Vale lembrar que os resultados da avaliação podem ainda servir de base para programas de incentivos como Programas de Participação nos Lucros e Resultados.
14 - Através da avaliação de desempenho é estimulada a interação entre gestores e liderados, pois sempre estarão participando de reuniões – fundamentais ao sucesso do processo.
15 - Avaliar os funcionários é um dos caminhos para quebrar paradigmas, uma vez que os profissionais são estimulados a saírem da chamada “zona de conforto”. Esse é o momento em que o colaborador é convidado a desenvolver novas competências e entender que as mudanças são necessárias ao meio corporativo.
Fonte: RH.com.br
Erros fazem parte do processo de evolução do ser humano, inclusive no âmbito profissional. O problema é que muitas pessoas não conseguem reconhecer isso.
Elas deixam de enxergar que estão cometendo erros e, pior do que isso, sempre os mesmo erros, prejudicando o trabalho alheio. De acordo com a psicóloga e psicoterapeuta, Clarice Barbosa, a pessoa faz isso de forma inconsciente.
“Existem pessoas que não assumem erros, sempre têm respostas prontas e colocam o erro nos outros. Elas lidam com o erro se justificando. Normalmente, são pessoas resistentes a mudanças e que têm dificuldade em assumir falhas. Na infância, eram muito protegidas pela família”, explicou a psicoterapeuta.
Elas são diferentes daquelas pessoas que, quando erram, enxergam pontos em que precisam melhorar. Ao contrário disso, o erro traz para elas o sentimento de incapacidade.
Problemas com a equipe
É fácil reconhecer essa pessoa no ambiente de trabalho. Se você ainda não se deparou com alguém com este perfil, certamente já ouviu alguém reclamar desse tipo de atitude, principalmente os colegas sem paciência. Esse tipo de profissional sempre erra e, pior do que isso, por mais que você explique inúmeras vezes, não consegue acertar!
Clarice disse que é função da equipe, se esta observar que está sendo prejudicada, mobilizar-se para fazer algo em relação ao colega.
Isso porque, por mais que essa pessoa que erra a mesma coisa várias vezes tenha sua carreira cheia de surpresas desagradáveis, ela não percebe a gravidade do que ocorre. “Ela só vai buscar ajuda quando tiver um prejuízo maior, porque ela só vai trazer para a consciência dela que está tendo esse comportamento quando for muito prejudicada”, detalhou Clarice.
A psicoterapeuta explicou que existem “erros e erros”, e que tanto o líder quanto o responsável pelo RH (Recursos Humanos) devem ficar de olho nisso. O fato de que se aprende com o tempo deve ser considerado, mas com limites.
Pode chegar à liderança
De acordo com Clarice, se essa pessoa que erra muito é protegida, ela continuará na empresa mesmo cometendo equívocos e, pior do que isso, poderá chegar ao cargo de liderança.
“Fica difícil o relacionamento na empresa, já que o líder não vai ter a credibilidade da equipe. Sempre existirão pessoas saindo, porque o líder vai colocar a culpa dos erros nos outros. As coisas ficam ‘empacadas’, a equipe não tem resultados e não se estimula”, disse.
Será despreparo ou falta de talento?
Uma pessoa que erra muito, de acordo com Clarice, também pode ser alguém despreparado para assumir a função em que está. Pode ser que não tenha aprendido o suficiente para estar no posto. Neste caso, a solução para a empresa, se quer contar com o profissional, é ajudá-lo a se aprimorar.
“É falta de preparo, então vamos fazer cursos! Isso não é proteger”, disse a psicoterapeuta, para quem a proteção seria deixar o profissional na empresa, sem agir de forma proativa para sua evolução.
Outra explicação para a incidência dos mesmos erros pode ser a falta de talento para o trabalho em questão. A pessoa pode estar no lugar errada e o que lhe é exigido pode ir além do que ela consegue fazer.
Déficit de atenção
Uma pessoa pode errar com frequência também pelo fato de ter um distúrbio de déficit de atenção. Por ter uma concentração menor naquilo que está fazendo, existe uma chance maior de errar, o que reduz a eficiência desse profissional. “O transtorno precisa ser diagnosticado por um médico, que apontará o tratamento necessário”.
Para tirar a dúvida se a pessoa erra mesmo por conta de seu perfil psicológico ou por um distúrbio de déficit de atenção, as seguintes perguntas devem ser feitas:
• Qual o comportamento da pessoa quando avisada do erro? Se nega, culpa os outros ou dá desculpas, pode ser problema de perfil psicológico.
• Quando há um projeto complexo, ela fica dispersa? Isso pode identificar déficit de atenção.
• É uma pessoa que começa e não termina as atividades? Este é outro sinal do déficit de atenção.
Autora: Flávia Furlan Nunes – InfoMoney

Sinopse:
Na antiga Polônia, as tribos eram governadas por um sangrento e cruel rei, que não hesitou em assassinar todos familiares, eliminando todos os possíveis herdeiros, para permanecer mais tempo no poder. Mas existem pessoas com coragem o bastante para desafia-lo. Uma delas é o arqueiro Ziemowit, incomodado com a tirania do monarca. Para derrubar o rei, o guerreiro reúne um grupo que viverá grandes aventuras e batalhas sangrentas para tentar mudar a história do seu reino.
Título Original: When The Sun Was God – An Ancient Tale
Gênero: Ação/Aventura/Épico
Tempo de Duração: 103 min
Ano de Lançamento: 2003
Fonte: TST – 21/10/2009 - Adaptado pelo Guia Trabalhista
A Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho modificou acórdão recente para adotar a tese de que, em caso de aposentadoria espontânea, sem continuidade na prestação de serviços, não é devida ao empregado a multa de 40% sobre os depósitos do FGTS.
Por unanimidade, o colegiado acompanhou o novo entendimento do relator, ministro Márcio Eurico Amaro, e isentou um banco do pagamento da multa.
No primeiro julgamento (do recurso de revista do empregado), a Turma reformara decisão do Regional por interpretar que o contrato de trabalho entre a empresa e o trabalhador não havia sido extinto com a sua aposentadoria. Para os ministros, a hipótese se assemelhava à demissão sem justa causa, portanto o banco deveria ser condenado ao pagamento da multa, nos termos da jurisprudência do TST (Orientação Jurisprudencial nº 361 da SDI-1).
Mas o banco recorreu à Turma, desta vez com embargos de declaração. Alegou que os ministros não se manifestaram sobre o fato de que, no caso analisado, não houve continuidade na prestação de serviços pelo empregado após a aposentadoria. Ainda segundo o banco, a inexistência na continuidade do trabalho desobrigava a empresa do pagamento da multa de 40% do FGTS, pois a situação não era a mesma de uma despedida sem justa causa.
De acordo com o relator, não houve mesmo continuidade de trabalho após a aposentadoria espontânea do empregado. Na verdade, explicou o ministro Márcio Eurico, o fim do contrato de trabalho ocorrera com a aposentadoria, ou seja, não houve demissão, mas um desligamento natural pelo preenchimento das condições da aposentadoria.
O ministro lembrou que, durante muitos anos, o TST debatera a questão se a aposentadoria espontânea extingue ou não o contrato de trabalho, e hoje a conclusão é de que não extingue (Orientação Jurisprudencial nº 361 da SDI-1). Entretanto, na opinião do ministro, a discussão acerca da extinção ou não do contrato só tem sentido se há continuidade na relação de emprego após a aposentadoria.
Apesar de o ministro reconhecer que existe corrente no tribunal que considera esse tipo de desligamento uma espécie de demissão injustificada e determina o pagamento da multa, ele afirma que, não havendo continuidade nos serviços, também não é devida a multa.
Os demais ministros da 8ª Turma acompanharam a opinião do relator. (ED-RR-72242/2002-900-04-00.7).
LOCAL DO EVENTO:
Studio 5 Centro de Convenções
O evento é destinado aos profissionais e estudantes ligados ao Gerenciamento de Projetos com foco no mercado local, regional, nacional e Internacional, interessados em aprimorar seus conhecimentos, trocar experiências e gerar negócios na área. O evento é aberto a admiradores e iniciantes em Gerenciamento de Projetos, sendo os principais segmentos envolvidos as Indústrias, Empresas de Tecnologia, Governo e etc.
Esta é uma grande oportunidade, pois reunirá em um mesmo local: empresários, profissionais com experiência em gerenciamento de projetos, palestrantes de influência nacional e internacional.
O evento está dividido em 3 dias em que contará com mini-cursos (4h), Workshop (8h), palestras e debates (1h cada). Paralelamente acontecerá a exposição de Produtos e serviços, com expositores no âmbito Nacional e Internacional representando a área de Gerenciamento de Projetos.
O evento está divido em 3 principais tipos de apresentações:
- Projetos relacionados com a Amazônia, com foco na troca de experiências em projetos na região;
- Aspecto teórico, com foco nas pessoas interessada em ingressar no mundo do gerenciamento de projetos, assim como se manterem atualizadas do que está sendo discutido neste âmbito;
- Aspecto prático, com foco em apresentações de estudos de caso, aplicando a teoria à prática.
- RPGCon SP (última parte da cobertuda do evento)
- Palestra com Rogério Saladino e Levi Trindade
- Palestra com Marcelo Rodriges | Tagmar II (www.tagmar2.com.br)
- Sala da Meliês – Modelagem e 3D
- Vozes da Terceira Terra
- Meliês (3D)
Termos, siglas, palavras estrangeiras …
5S – Senso de simplificação, organização, limpeza, conservação e participação.
ASAP – as soon as possible, o quanto antes, assim que possível
assunto ou problema, sem censura, com alguém estimulando a todos e anotando tudo falado.
BTB ou B2B – Business-to-Business ou comércio eletrônico entre empresas.
BTC ou B2C – Business-to-Consumer ou comércio eletrônico de empresa para o consumidor.
B2E – Business-to-employee – relação entre empresa e funcionário.
Budgets – orçamento.
Business Intelligence – conjunto de softwares que ajudam em decisões estratégicas.
CEP – Controle Estatístico do Processo.
CKO – executivo responsável pela gestão do conhecimento.
Coach – facilitador; instrutor; entidade (pessoa, equipe, departamento, empresa, etc.) que atue como agregador das capacidades de cada elemento da cadeia (equipe, departamento, empresa, etc.).
Core Business – relativo ao próprio negócio ou especialidade no negócio que faz.
CRM – Customer Relationship Management ou marketing one-to-one”.
Downsizing – reduzir, encolher, diminuir, cortar.
Empowerment – dar poder ao grupo/equipe.
ERP – Enterprise Resource Planning ou Planejamento dos Recursos do Negócio.
E-Procurement – a utilização da internet para a automatização dos processos de compra e gestão de bens e serviços necessários à atividade da empresa.
Housekeeping – técnica para iniciar e manter os processos de Qualidade e Produtividade Total em uma empresa.
Internet – é a maior rede mundial de computadores, aberta a todos.
Intranet - são as páginas acessíveis apenas dentro de uma empresa.
Extranet – são páginas que ligam a empresa a seus clientes e fornecedores.
Just-in-Time ou JIT – é atender ao cliente interno ou externo no momento exato de sua necessidade, com as quantidades necessárias para a operação/produção.
Kaizen – processo de melhorias contínuas, com bom senso e baixos investimentos.
Networking – rede de relacionamentos.
On the job – No dia a dia do Trabalho. Exemplo Treinamentos on the job. Utilizar a rotina, dentro das tarefas prática de um indivíduo. Sem retirá-lo para a sala de autla. Como um estágio prático superviosanado diretamente.
Política de Portas Abertas – uma oportunidade oficial que a organização dá ao funcionário de apelar aos executivos da empresa quando se sentir prejudicado pela chefia imediata.
QS – quociente de sucesso
Stock options – Programa de Ações – um incentivo que permite aos funcionários comprar ações da empresa onde trabalham por um preço abaixo do mercado.
Sabático – repensar, redescobrir, reciclar.
Supply Chain Management – Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento.
Team Building – dinâmica de grupo em área externa, onde os participantes serão expostos a várias tarefas físicas desafiadoras, que são exemplos comparativos dos problemas do dia-a-dia da empresa. Tem como finalidade tornar uma equipe integrada.
OUTRAS DEFINIÇÕES
GLOSSÁRIO
Elaborado por : Deolindo Zocateli.
Prof° da FTC-Feira deSantana.
Absenteísmo – Do francês absentéisme, derivado do inglês absenteeism, de absentee, ou pessoa que falta ao trabalho, à escola etc. Que vive ou está, via de regra, ausente. (Qualidade n° 68)
Adhocracia – Organizações ágeis, organizações complexas e flexíveis. (ad hoc = “aqui agora”).
Behaviorismo – procedimento, (comportamento), (teoria comportamental)
Benchmarking – (marcos referenciais) – Processo sistemático usado para estabelecer metas para melhorias no processo, nas funções, nos produtos etc., comparando uma empresa com outras. As medidas de benchmark derivam , em geral, de outras empresas que apresentam o desempenho “Melhor da classe”, não sendo necessariamente concorrentes. (Qualidade n° 74)
BPF – Boas Práticas de Fabricação (Qualidade nº 74)
Brainstorming - Procedimento utilizado para auxiliar um grupo a criar o máximo de idéias no menor tempo possível. (Qualidade n° 72)
Break-even Point – É o nível de produção ou nível de volume de vendas a partir do qual o empreendimento ou negócio se torna rentável. Qualquer valor abaixo do Ponto de Equilíbrio significa prejuízo. (CAM 1/85)
BSC – Balanced Scorecard – Sistema de medição do desempenho e controle gerencial. MM&A
CEO – Chief Executiver Officer – Diretor Superintendente da Empresa – Controller – (Marcone) – Exame 15/05/02. pág. 125
CEP - Controle Estatístico de Processo. Metodologia usada para o controle de dados de forma estatística para o aprimoramento contínuo da qualidade.(Qualidade n° 67)
CIF – Cost Insurance Freight – Custo seguro frete, empregadas para designar o sistema de pagamento para mercadorias embarcadas quando os custos do seguro e do frete estão incluídos no preço. (Dicionário de Economia – Sandroni)
Cinco S (5s) - Programa de gerenciamento participativo que objetiva criar condi-ções de trabalho adequadas a todas as pessoas em todos os níveis hierárquicos da organização. A sigla 5S deriva das iniciais de cinco palavras japonesas: SEIRI, senso de utilização; SEITON, senso de ordenação; SEISO, senso de limpeza; SEIKETSU, senso de saúde; e SHITSUKE, senso de autodisciplina. (Qualaidade n° 72)
CGMP - Current Good Manufacturing Practice – Trata das Boas e Atuais Práticas de fabricação de produtos voltados para as áreas de saúde humana e animal.( Qualidade n° 74)
Coach – Professor, treinador
Coaching – Treinamento, “desenvolvimento” Sessões de aconselhamento feitas por um consultor de carreira que acompanha e se envolve no desenvolvimento contínuo do profissional. Rev. Exame set/2005.
Cobertura Média – (CM) É a indicação de quantas vezes o estoque se renovou durante o período (n) (CAM 1/85) CM = 12/Cr ou sejam os 12 meses do ano divididos pelo coeficiente de rotação.
Coeficiente de Rotação - É a relação entre as retiradas de um estoque e o seu próprio estoque médio: Cr = saídas/estoque médio.(CAM 1/85)
Cognição – Ato ou ação de conhecer, aquisição de um conhecimento. (Larusse)
Comitê Draft - Comitê de Planejamento. (Qualidade n° 67)
Continuous Improvement – (melhoria contínua) Componente essencial no just-in-Time e na Qualidade Total que reflete uma determinação inabalável para eliminar as causas dos problemas. É o oposto da mentalidade de “apagar incêndios”. (GBRH96)
Disruptiva – Empresas insurgentes, entrantes “processo de entrar no mercado por baixo”Revista Linha Direta – Ano 8 n° 88 julho 2005.
Downsizing – Redução dos níveis hierárquicos em uma organização com o objetivo de aproximar os níveis operacionais da alta direção. (GBRH96)
E-learning – Abreviação de eletronic learning, treinamento em rede de computadores, Revista Linha Direta, Ano 8 n° 88 julho 2005.
Empowerment – Estabelecimento de autonomia e responsabilidade às pessoas na tomada de decisões e ações. (GBRH96)
Endomarketing – Marketing interno realizado por meio de um conjunto de ações desenvolvidas para conscientizar, informar e motivar o indivíduo. (GBRH96)
Epistemologia – Estudo crítico dos princípios, hipóteses e resultados das ciências já constituídas; teoria das ciências. (mini Aurélio) “teoria do conhecimento”
FMEA – Análise do modo de falha e efeito (IMAM)
FOB – Free on board – livre a bordo – Denominação da cláusula de contrato segundo a qual o frete não está incluído no custo da mercadoria. (Dicionário de Economia – Sandroni)
Housekeeping – Termo designado para um processo que visa a manutenção da ordem, limpeza, organização e segurança nas empresas. (GBRH96)
Holística - Vem do grego Halos, que significa todo ou inteiro. É um novo paradigma que se apresenta como resposta evolutiva à crise de fragmentação vivida pelo homem na atualidade, quer pela criação e divisão de fronteiras que só existem na mente humana. (Qualidade n° 74 )
IS0- Sigla da International Organization for Standardization. (Qualidade n° 67)
Job rotation – Rodízio de funções promovido pela empresa. Rev. Exame set/2005.
Joint venture – Associação de empresas, não definitiva, para explorar determinado negócio, sem que nenhuma delas perca sua personalidade jurídica. (Qualidade n° 65)
Just-in-time – Metodologia com base nas pessoas, cuja filosofia é eliminar tudo aquilo que não adiciona valor ao produto. O objetivo é fornecer exatamente as peças necessárias, nas quantidades necessárias, no tempo necessário. (GBRH96)
Kanban -Sistema de Controle da Produção e dos Inventários (IMAM)
Kaizen - Conceito de administração japonesa que significa aprimoramento contínuo, envolvendo todos os funcionários de uma organização. (GBRH96)
Lato Sensu – Em sentido amplo – Curso extensivo – (Extensão, especialização e aperfeiçoamento) (boca maior do funil). Ver Djalma Oliveira 2002-pag. 41
Market Share – Participação no Mercado. (Qualidade n° 67)
MBA – Master Business Administration
Menemônica – Processo de ajudar ou treinar a memória
Mentoring – profissional mais velho, com experiência e habilidade de relacionamento, que acompanha e passa para o mais novo suas idéias sobre o trabalho e a carreira. Ver. Exame set/2005.
Óbice – Palavra derivada do Latim, significa impedimento, embaraço, empecilho, obstáculo ou estorvo. (Qualidade n° 74)
Ombudsman – Palavra de origem sueca que significa “o homem que representa os interesses” ouvidor, profissional que tem como missão intermediar a comunicação entre o público e a empresa.(A TARDE 12/05/02)-empregos. Ver também, Djalma Oliveira 2002-pag. 93
Outplacement – Investimento de uma empresa na recolocação de ex-funcionário em outra organização. (GBRH96)
Outsourcing - (terceirização) Tendência de comprar fora (de terceiros) tudo o que não fizer parte do negócio principal de uma empresa. (GBRH96)
PCPM – Planejamento e Controle da Produção e de Materiais(IMAM)
PDCA – Plan, Do, Check e Act, ou Planejar, Executar, Verificar e Agir, ferramenta que implica na melhoria de todos os processos de fabricação ou de negócios.(Qualidade n° 68)
PhD - Doctor Philosophy
Poka-Yoke – Método a Prova de Falhas, ex. a chave de carro(uso genérico) (IMAM)
PPCP – Planejamento, Programação e Controle da Produção (IMAM)
PPM - Partes por milhão – termo usado no controle estatístico. (Qualidade n° 67)
PQGF – Prêmio de Qualidade do Governo Federal. (Qualidade n° 73)
Publicização - Movimento introdutor de um novo modelo de administração pública baseado em alianças estratégicas entre o Estado e a sociedade. (Qualidade n° 73)
QFD – (Quality Funcion Deployment) Literalmente, Desdobramento da Função Qualidade. Metodologia com base nas pessoas para determinar rigorosamente as necessidades e desejos dos clientes. (GBRH96)
QS 9000 – Quality System Requirements. Norma criada pelas três maiores empresas automobilísticas americanas: Ford, General Motors e Chrysler. Seu objetivo é a redução de sistemas paralelos de desenvolvimento de fornecedores pelas montadoras, com vistas a uma conseqüente redução substancial de custos.Exige-se a melhoria contínua. (Qualidade nº 74)
Quike Step – Em português significa passo acelerado. (Qualidade n° 72)
“Rapport” - Do Francês – Relação. Relação de mútua confiança e compreensão entre duas ou mais pessoas. A capacidade de provocar reações de outra pessoa. Também chamado de empatia. (do livro): Introdução à Progr. Neurolingüística – J.O Connor.
Reengenharia – Método usado para reprojetar e reformar sistematicamente toda uma empresa, função e processo. (GBRH96)
Rotatividade – É a indicação do número de vezes que um estoque se renovou. (Ra = Ca/Em) onde Ca é o consumo total anual e Em é a média aritmética dos 12 estoques mensais. (CAM 1/85)
Setup – Sistema de Troca rápida (IMAM)
Stakeholders – Palavra, que significa depositários. Pessoa ou grupo com interesse na performance de organização e no meio ambiente na qual opera. (Qualidade n° 65)
Strictu Sensu – Sentido estrito – Curso intensivo – (mestrado e doutorado), (boca menor do funil) ver Djalma Oliveira – 2002-pag. 41.
TQC - (Total Quality Control) Literalmente, Controle da Qualidade Total. Sistema criado em todas as fases de uma empresa de manufatura, da engenharia de projeto à distribuição, que busca assegurar “defeito zero” na produção. (GBRH96)
TQM - Total Quality Management (Gerenciamento da Qualidade Total). Foi criado em 1985 pela Naval Air Systems Comand para descrever o seu enfoque de gerenciamento ao estilo japonês para o aperfeiçoamento da qualidade. (Qualidade n° 72)
Turnover – Palavra em inglês, que na tradução quer dizer: rotatividade; movimentação; giro; circulação; medida da atividade empresarial relativa ao realizável a curto prazo; vendas. (Qualidade n° 70)
Workaholic – Viciado em trabalho.
Workshop – Treinamento em grupo de acordo com a técnica dominada pelo instrutor. Rev. Exame set/2005