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	<title>Suserania's Weblog</title>
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	<description>Seu espaço para novos conhecimentos</description>
	<pubDate>Sat, 17 May 2008 15:13:38 +0000</pubDate>
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		<title>Tyu</title>
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		<pubDate>Sat, 17 May 2008 15:13:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Há muito tempo atrás havia uma cidade depois das Montanhas Azuis que era próspera e pacífica. O acesso à cidade não era difícil, pois havia uma garganta entre as montanhas bem conhecido por todos os habitantes das redondezas, o que facilitava o comércio e o turismo, duas das principais fontes de renda da cidade.
O que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Há muito tempo atrás havia uma cidade depois das Montanhas Azuis que era próspera e pacífica. O acesso à cidade não era difícil, pois havia uma garganta entre as montanhas bem conhecido por todos os habitantes das redondezas, o que facilitava o comércio e o turismo, duas das principais fontes de renda da cidade.</p>
<p>O que atraía os visitantes para uma cidade sem riquezas materiais eram justamente suas riquezas naturais. Havia todo tipo de plantas crescendo do fértil solo vulcânico em que estava assentada a cidade, sendo que desde ervas medicinais a componentes mágicos raros havia em quantidade nascendo aqui e ali. Os preços eram acessíveis e os moradores não se preocupavam em acumular riquezas. Na primavera, as flores mais diversas compunham o que eles chamavam de Festival da Vida e mais gente vinha até a cidade só para ver suas cores e sentir seus cheiros.</p>
<p>A característica mais marcante daquele povo é que eles não possuíam religião. Não é que eles não acreditassem nos Deuses e Deusas que certamente os deixaram viver muito bem por incontáveis gerações, eles apenas não tinham um culto bem estabelecido em torno de nenhum deles. Eles acreditavam que todos eles existiam, estavam em seus lugares, olhando por seus crentes, mas que eles todos mereciam igual devoção. Muitos acreditavam que suas terras eram abençoadas por todas as entidades, grandes e pequenas, por essa razão. O povo era na maioria composto por camponeses que se identificavam como monges.</p>
<p>Um dia um morto-vivo surgiu entre eles e lhe foi permitido continuar a existir, porque os deuses que permitiam esse tipo de existência deveriam ser igualmente respeitados. Logo ficou claro que a criatura não respeitava mais nada do que respeitava em vida, e como era hostil e violenta foi confinada, depois de matar cinco integrantes de uma família.</p>
<p>Pouco tempo depois, todos os integrantes daquela família voltaram como não-vivos.</p>
<p>Tratava-se de uma situação sem precedentes. O povo não sabia o que fazer e seus sábios estavam divididos. O mais assustador, porém, é que ninguém sabia o que havia sido feito de errado para que recebessem tal castigo dos Deuses e Deusas. Várias teorias foram formuladas ao longo dos dois primeiros meses, quando ficou claro que quem morresse retornaria, não importando a causa da morte. Até mesmo um visitante que faleceu lá voltou um minuto depois de sua morte. Em toda a região surgiu o rumor de que aquela terra estava amaldiçoada e o comércio, assim como o turismo, deixou de existir.</p>
<p>A teoria mais em voga era a de que os Deuses e Deusas estavam os testando, para ver o que eles fariam caso as bênçãos lhes fossem retiradas. Eles iriam manter seu estilo de vida e postura neutra quanto a essas entidades extraplanares ou isso só era possível por que estava tudo sempre bem?</p>
<p>O monge mais preparado dentre eles resolveu ir ao encontro do reino da morte para conversar com o Deus que lá vivia e lhe perguntar o que fazer para que os mortos permanecessem mortos. Ele não só conseguiu chegar lá como retornou, mas voltou muito diferente de qualquer criatura viva do nosso mundo.</p>
<p>Ver a simples visão da Morte muda para sempre qualquer ser vivo, mas entrar em Seus domínios e discutir com Ela o transformou muito. Ele recebeu poderes estranhos e inéditos, existia nos dois planos, o dos vivos e o dos mortos, ao mesmo tempo, e tornou-se o Arauto da Morte desta dimensão.</p>
<p>Ele era, ainda, capaz de converter qualquer um a uma nova forma de não-vida, levando-o a visitar o reino da morte. Aquele que o fizesse não se tornaria um morto-vivo, mas definitivamente não seria mais o mesmo. Este carregaria a morte sempre com ele: não morreria facilmente, veria coisas que mais ninguém vê e saberia coisas que ninguém mais saberia.</p>
<p>Ao menos era o que Arauto dizia.</p>
<p>A princípio a conversão foi voluntária, mas tão logo surgiram soldados suficientes na Legião dos Mortos, todos na cidade entre as montanhas foram obrigados a mudarem. Depois o Arauto levou sua guerra santa às cidades vizinhas. Hoje existe um enorme contingente de soldados desmortos, que se proclamaram Monges Mortos. Sua terra natal passou a se chamar Tyu, nome do monge que se tornou o Arauto da Morte. Seus habitantes apodreceram todas as plantas locais simplesmente porque estas não resistem à proximidade da morte que levam com eles, nas fronteiras de seu império, a guerra é agressiva e muitos morrem ou são convertidos. Nos lugares onde a guerra ainda está para chegar existem diplomatas e clérigos da morte convencendo as pessoas a se juntarem às suas fileiras. Os que morrem não permanecem mortos.</p>
<p>RESUMO</p>
<p>Terra: Tyu. Os reinos conquistador por Tyu são conhecidos como Tyra;<br />
Relevo importante: Montanhas Azuis;<br />
Habitantes: Tyreses;<br />
Língua oficial: Oy, mas é comum um tyres falar vários idiomas;<br />
Número de habitantes: vários milhares;<br />
Cidades: Várias, seu território cresce ano a ano;<br />
Sistema de contagem: comum, estilo Confederação de Comércio;<br />
Economia: Inaplicável;<br />
Armas manufaturadas: não há;<br />
Habilidades comuns: perceber a morte, perceber a vida, ver o invisível, animação suspensa, meditação, luta desarmada, luta com bastão, luta com porrete, luta com arco e flecha, luta com faca, luta com espada, navegação terrestre, filosofia;<br />
Personalidades: Tyu, o Arauto da Morte. Tyu tem centenas de anos de existência;<br />
Deus: Deusa da Morte. Os tyreses não se referem à entidade por um nome, mas por Deusa, ou Morte;<br />
Itens comuns: Armadura de batalha com motivos fúnebres além de armas cortantes e perfurantes;<br />
Aparência do povo: Variam muito porque são muitos os povos convertidos. Apenas os humanóides podem ser convertidos, e estes ficam com uma aparência desde alguém que está com anemia até a de cadáveres carcomidos. Sua postura é a de conquistadores que não temem nada para os que conservaram sua mente mais ou menos intacta até a de bestas de batalha ou a de cães subservientes para os que sofreram danos espirituais severos na conversão;<br />
Características marcantes: Os que se encontram fora de Tyra são eloqüentes e possuem devoção fanática ardendo nos olhos. Como meditam constantemente e debatem todos os dias sobre os caminhos a seguir e sobre a Deusa, podem convencer facilmente alguém que não sabe o que fazer da vida a se juntar às sus fileiras. Quando chegam a uma cidade desconhecida, olham tudo como alguém que está preparado para comprar algo novo e bom. Seus guerreiros são duros de matar e seus clérigos podem ser considerados malignos, pois servem à um aspecto negativo da morte. Eles não podem ter filhos e não precisam comer, beber ou mesmo descansar. Não se sabe porque, mas existe apenas uma fêmea convertida para cada dez mil machos.</p>
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		<title>A casa de chá - Parte 3</title>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2008 18:55:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O nosso ex-fuzileiro não era de falar muito, mas manjava de mecânica. Logo ele arrumou um carro para todo o tipo de terreno, devidamente fechado, para nos levar até lá em cima. Arrumou como pôde o motor que engasgava debaixo de uma chuva colossal e nos mandamos dali. Até que eu me sentia seguro, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div style="text-align:justify;">O nosso ex-fuzileiro não era de falar muito, mas manjava de mecânica. Logo ele arrumou um carro para todo o tipo de terreno, devidamente fechado, para nos levar até lá em cima. Arrumou como pôde o motor que engasgava debaixo de uma chuva colossal e nos mandamos dali. Até que eu me sentia seguro, mas no meio do caminho o carro enguiçou de vez.</p>
<p>O mecânico deu uma olhada e chegou à seguinte conclusão: poderíamos resolver, mas levaria uma hora e estaríamos desprotegidos e sem visão clara do inimigo. Fiquei muito nervoso e disse que não havia o que pensarmos, que teríamos de ir embora naquele instante e o pessoal começou a me seguir novamente, ainda que inconscientes da minha liderança, mas aí aconteceu algo terrível. A imbecil da garotinha avistou a irmã e começou a gritar e a correr na sua direção. A irmã não tinha um braço e qualquer expressão de reconhecimento no olhar, mas andava em direção à pequena assim mesmo.</p>
<p>Tudo aconteceu muito rápido. O ex-fuzileiro atirou na testa da garota-zumbi e a sua irmãzinha gritou como se houvessem lhe amputado um pé. Imediatamente, percebemos um grande número de monstros vindo em nossa direção, por todos os lados, e o carro não era lugar para a gente se esconder. Teríamos de lutar, e meus colegas começaram a disparar no tronco dos mortos, que não se detinham, enquanto em gritava “é na cabeça, bando de filhos da puta!”, mas errava o meu disparo. O pior é que o meu xará John parecia que iria surtar com toda a loucura, o ex-fuzileiro tentava alguma coisa enquanto que a nossa colega de equipe corria atrás da menina, que desapareceu entre as árvores. Eu ajudei o único que estava fazendo alguma coisa direito a abrir caminho à bala e corri entre os cadáveres ambulantes, mas meu colega ficou para trás, tentando soltar o outro John, que estava sendo agarrado por três daqueles desgraçados podres. Eu me detive um instante e disse “parem de fazer barulho e corram por aqui”.</p>
<p>A mulher desapareceu atrás da menina, o nosso homem de armas se viu cercado com as balas acabando, John foi mordido no braço e eu tinha apenas um perseguidor, mas este era diferente, pois corria tanto quanto eu, que me cansava rápido. O terreno era uma merda e o barro estava muito fofo e escorregadio por causa da porra da chuva, que não parava por nada. Os raios eram tão barulhentos que a gente não ouvia nada e quase que não dava para perceber os disparos das armas. Eu estava gritando mais uma vez “corram” quando o monstro tropeçou e se pendurou na minha cintura, me mordendo imediatamente na altura das costelas. Explodi a cabeça dele, mas já ciente de que estava contaminado. Não me permiti nem por um instante pensar em como seria a não-vida de um cadáver ambulante e faminto, com a firme convicção de que o bom doutor deveria ter algum antídoto lá em cima do monte. Ou ele me curava ou iria morrer, o miserável.</p>
<p>Não sei bem como foi que aconteceu isto, mas o fato é que meus companheiros me alcançaram. A mulher voltou com a garotinha e o nosso guarda-costas havia decepado a própria mão para evitar a infecção. Eu faria o mesmo, mas fui mordido nas costelas. Foi então que entramos, dominamos o nazista que entre outras coisas era médico e começamos a tratar de nossas feridas. A mulher entendia algo de medicina.</p>
<p>Depois de ser desarmado e contido por meus colegas, ouvimos a história do bom doutor. Este era um “desertor” da Casa de Chá que afirmava haver grupos rivais em conflito dentro da organização. Uma das facções o obrigou a criar uma arma biológica, um vírus, que anima os mortos e que passam a ser os transmissores da doença. O primeiro experimento havia acontecido em uma cidadezinha do interior dos Estados Unidos e o único sobrevivente havia sido, vejam só, o outro John, que sobreviveu comendo carne humana durante um mês, coisa que foi veementemente negada por nosso agente. Ele disse ainda que foi a facção separatista que nos enviara atrás dos documentos sobre como criar seus vírus, pois apenas estes sabiam de sua existência, mas eu não acreditei em uma só palavra. Para mim o mais importante era que o antídoto estava além do alcance, em um barco no cais.</p>
<p>Como o relevo é inclinado e os mortos não têm coordenação decente, sua tendência é a de descerem o monte e de ficarem na área do sopé do monte e dentro das casas, mas com todo o barulho que fizemos, eles estariam tentando subir o monte agora mesmo. Se tentássemos descer até o barco, teríamos de lutar com uns cinqüenta deles que já estavam na porte da frente da casa, batendo, com o clima ruim e com a estrada péssima até chegar na cidade, encontrando o resto dos antigos habitantes da vila no caminho.</p>
<p>Fiquei profundamente abatido e nem minha arma eu tinha mais para fazer alguma coisa a respeito. Comecei a dizer, meio que de mim para mim, que tudo o que estudei não servia para nada, não construí nada e nem escrevi um livro. Todo o conhecimento simplesmente se acabaria comigo. Voltei-me para o doutor e lhe pedi que me dissesse tudo o que poderia falar a respeito dos mortos. Eu queria aprender. E ele me contou alguns fatos, como quem atende a um moribundo.</p>
<p>Havia um carro na garagem, mas era um carro antigo que não passaria nem pelo “pessoal” que estava no quintal. Daí eu joguei tudo pro ar e tive uma idéia própria de quem já aceitou a morte.</p>
<p>Eu iria tentar atrair os mortos para longe da casa, saindo por onde não fosse visto para então atirar chamando toda a atenção possível. Com sorte, os mortos de afastariam da casa o suficiente para que eles fugissem no carro até o cais e daí para o barco, com antídotos e o mar à frente. Eu seria destroçado muito rapidamente, não tinha medo da dor, além disso esperar para me tornar uma daquelas coisas não estava nos meus planos. De qualquer maneira eu iria morrer, já era certo.</p>
<p>Algo aconteceu, não obstante. Os mortos preferiram correr por dentro da mata, deixando o caminho livre para o carro passar por mim e me pegar. Foi, simplesmente, um milagre. Depois fiquei sabendo que o soldadinho não queria que retornassem por mim, mas o fizeram, ainda que não parassem o carro por completo. Abriram uma porta e eu me joguei lá dentro.</p>
<p>Ao chegar no cais pela primeira vez reparamos em um barco de pesquisa, muito diferente dos pesqueiros locais. Fomos lá para dentro, demos partida no veículo e fomos medicados com o antivírus. O remédio doeu mais que a dentada do zumbi e a reação alérgica que se seguiu me deixou sem sentidos, mas melhorei.</p>
<p>O resto é história.</p></div>
<div style="text-align:justify;">Texto por: Ricardo &#8220;Cão Babão&#8221;</div>
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		<title>Um paladino, um destino, um caminho e varias escolhas – Parte 11</title>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2008 11:56:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Paladino começa a sentir o seu corpo, a sua mente flutuar, os seus pensamentos estão confusos e esparsos. Ele lentamente começa abrir os seus olhos para tentar entender o que houve após a sua ultima lembrança.

Ao abrir os seus olhos ele esta vendo as coisas nevoadas, com imagens sibilantes e levemente brilhosas. Esfregava os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">O Paladino começa a sentir o seu corpo, a sua mente flutuar, os seus pensamentos estão confusos e esparsos. Ele lentamente começa abrir os seus olhos para tentar entender o que houve após a sua ultima lembrança.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 10pt;"><img class="alignnone aligncenter" src="http://pt.xihalife.com/wallpapers/images/171_1024.jpg" alt="" width="512" height="384" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">Ao abrir os seus olhos ele esta vendo as coisas nevoadas, com imagens sibilantes e levemente brilhosas. Esfregava os seus olhos para ver se conseguia enxergar melhor o que estava a sua volta, mas as imagens não estavam melhorando mais do que aquilo que ele já via, quando ele houve uma voz conhecida.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><em><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">“Venha”</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">Ele procurava a voz, parecia que vinha mais a frente.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><em><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">“Venha que e chegada a hora”</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">Caminha em direção aonde aquela voz o chamava, cada passo que dava começa a formar melhor a imagem da catedral de gelo que outra hora ficava no topo das montanhas geladas do reino que jurou prometer. Mas a séculos havia acontecido a queda do pico da montanha aonde se encontrava esta magnífica catedral, várias de suas partes se despencaram nos quatros cantos dos montes, levando consigo seu esplendor, poder e conhecimento dentro dela. Só que a qual o Paladino adentrava estava totalmente intacta, como as lendas e os dragões contavam que era.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><em><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">“Venha, não temos muito tempo. E hora de realmente saber de seu destino, escolher seu caminho com as suas inúmeras escolhas.”</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/11/Sweden_Ice_Hotel_5.jpg"><em><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"></span></em></a><em><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"></span></em></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/11/Sweden_Ice_Hotel_5.jpg" alt="Salão" width="533" height="400" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">O Paladino chega a um grande salão com um símbolo gigantesco entalhado no chão, ressonava com o frio e possuía um brilho azulado com pequenas chamas de mesma cor dançantes sobre o símbolo. Como o chão era parcialmente transparente dava para observar que o símbolo ficava exatamente sobre o pico da montanha e dali se via os quatro cantos da região.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">Na parte que se apontava para o norte, estava uma figura humanóide com um manto levemente prateado e com detalhes em branco olhando para a direção do norte.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><em><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">“Venha meu jovem, seu momento para a escolha e chegado. Seu coração e mente se alinharam para ter a sua tomada de decisão para a escolha de seu destino seja feito.”</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">Paladino: “O que estas a falar? Quem e você?” – Se aproximando cada vez mais do símbolo e da figura humanóide.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">“O seu desespero e inerente, se sente realmente incapaz. Achas que deve dar lugar a outro para que possa lhe suceder melhor e dar uma esperança ao reino e aqueles que você jurou proteger”</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">Paladino: “Falas que como me conhece-se por dentro. Como se fosse eu. Você e meu lado obscuro de minha mente.”</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">“Não, apenas o seu Deus” – Neste momento a forma humanóide se torna em um gigantesco dragão de Plantina, era Bahamut que falava com o Paladino.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">No momento da transformação o Paladino se encontrava sobre o símbolo e o todo resto da catedral começa a se partir, mostrando para aonde cada parte da catedral rui na montanha, e o Paladino começa a cair junto com a catedral.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">E quando pensava que sua morte era certa por causa da queda, vê o grande Bahamut vindo em sua direção segurando em sua mão e dando a sua baforada de energia no do Paladino na forma do símbolo que tinha visto na catedral.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 10pt;"><img class="alignnone" src="http://images.elfwood.com/fanq/s/i/silverstar2/bahamut_ff9.jpg" alt="" width="319" height="400" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">O Paladino acorda assustado, suando e ofegante em sua cama. Olha em volta, vê que esta em um quarto do palácio do reino. Veste as suas roupas, mas ao fundo percebe a sua armadura e sua arma, ambas bem danificadas, rachadas e faltando pedaços. Todo aquele pesadelo da batalha realmente deixou praticamente destruída e inutilizada, necessitando de um grande esforço para seu concerto.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">Vai lentamente indo para a varanda principal ver como estão as coisas, saber em que estado esta a capital e vê se a guerra já chegou aos portões da capital. Ao chegar à varanda, percebe uma forte rajada de vendo que atingi continuamente, vê que a cidade toda esta flutuando e se movimentando.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 10pt;"><a href="http://www.csontos.com/images/Digital-castle-clouds-2.jpg"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"></span></a><img class="alignnone" src="http://www.csontos.com/images/Digital-castle-clouds-2.jpg" alt="" /><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">(Continua&#8230;)</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">Texto por: Christian Alencar</span></span></p>
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		<title>Frase do Dia - 15/05/2008</title>
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		<pubDate>Thu, 15 May 2008 20:53:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>suserania</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
“Para sempre é muito tempo. O tempo
 não pára! Só a saudade é que faz as
 coisas pararem no tempo.”
(Mário Quintana)

Mário Quintana (Alegrete, 30 de julho de 1906 — Rio de Janeiro, 5 de maio de 1994), foi um poeta brasileiro autor de Rua dos Cataventos, O Espelho Mágico e O Aprendiz de Feiticeiro, entre outros. Considerado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><ul>
<p align="center"><span style="font-size:x-large;font-family:Nokia Sans;">“Para sempre é muito tempo. O tempo</span></p>
<p align="center"><span style="font-size:x-large;font-family:Nokia Sans;"> não pára! Só a saudade é que faz as</span></p>
<p align="center"><span style="font-size:x-large;font-family:Nokia Sans;"> coisas pararem no tempo.”</span></p>
<p align="center"><span style="font-size:medium;font-family:Nokia Sans;">(Mário Quintana)</span></p>
</ul>
<p><strong><span style="font-family:Arial;">Mário Quintana (Alegrete, 30 de julho de 1906</span> <span style="font-family:Tahoma;">—</span><span style="font-family:Arial;"> Rio de Janeiro, 5 de maio de 1994),</span></strong> <span style="font-family:Arial;">foi um poeta brasileiro autor de Rua dos Cataventos, O Espelho Mágico e O Aprendiz de Feiticeiro, entre outros. Considerado o poeta das coisas simples e com um estilo marcado pela ironia, profundidade e perfeição técnica, trabalhou como jornalista quase que a sua vida toda. Traduziu mais de cento e trinta obras da literatura universal, entre elas Em busca do tempo perdido de Marcel Proust, Mrs. Dalloway de Virginia Woolf, e Palavras e sangue, de Giovanni Papini.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial;">Em 1940 lançou o seu primeiro livro de poesias, A rua dos cataventos, iniciando a sua carreira de poeta, escritor e autor infantil. Em 1966 foi publicada a sua Antologia poética, com 60 poemas inéditos, organizada por Rubem Braga e Paulo Mendes Campos, e lançada para comemorar seus 60 anos, sendo por esta razão o poeta saudado na Academia Brasileira de Letras por Augusto Meyer e Manuel Bandeira, que recita o poema Quintanares, de sua autoria, em homenagem ao colega gaúcho. No mesmo ano ganhou o Prêmio Fernando Chinaglia da União Brasileira de Escritores de melhor livro do ano. Em 1980 recebeu o prêmio Machado de Assis, da ABL, pelo conjunto da obra.</span></p>
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		<title>Avatar - Segunda Parte</title>
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		<pubDate>Thu, 15 May 2008 11:43:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>suserania</dc:creator>
		
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No mundo de avatar exitem 4 grandes nações dominadoras, cada uma domina um dos elementos básicos da natureza, essas nações são A Nação do Fogo, o Grande Reino da Terra, a Tribo da Água e os Nômades do ar, cada uma tem suas divisões, exceto a nação do fogo, pois possui territórios pequenos, o reino [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://tn3-2.deviantart.com/fs13/300W/f/2007/039/b/b/Avatar_Fanart_by_ming85.jpg" alt="Avatar" /></p>
<p>No mundo de avatar exitem 4 grandes nações dominadoras, cada uma domina um dos elementos básicos da natureza, essas nações são A Nação do Fogo, o Grande Reino da Terra, a Tribo da Água e os Nômades do ar, cada uma tem suas divisões, exceto a nação do fogo, pois possui territórios pequenos, o reino da Terra tem duas grandes cidades Omashu, que nasceu a partir da união de duas tribos, dali também origina-se (segundo a lenda) a dobra de terra, com o casal de Amantes Oma e Shu, a outra grande cidade é cidade de Ba Sing Se, onde se encontra o Rei da Terra, essa cidade é murada e foi onde o filho de Iroh (tio do Zuko) perdeu o seu filho, e devido a isso retirou-se, considerando isso fraqueza ele perdeu o direito ao trono, que foi para o irmão, Ozai, que se tornou o senhor do fogo.</p>
<p>A tribo da água se Divide oficialmente em 2 tribos, uma em cada polo, e existe 1 estilo de dobra por tribo, a tribo da água do Sul, de onde vem a Katara e o Sokka, a Tribo do norte, que é bem maior e mais protegida, onde estão as formas mortais dos espíritos da Lua e do Mar, chamados Tui e La, além de uma sub tribo na parte leste do mundo, que vivem em um pântano, assim existem 3 estilos de dobra, a dobra do sul, a do norte e o estilo pântano do leste (que consiste na manipulação da água dentro das plantas, fazendo-as se mover), dentro do reino da terra, só existe a dobra de terra padrão, que se assemelha ao estilo Gwan Hur (o nome pode estar errado) de Kung Fu e o estilo de dobra da Toph, que é um pouco diferente, baseado em outros movimentos, além desses existem os dobradores de areia, que são saqueadores e mercenários que vivem nos desertos.</p>
<p>Os monges do Ar dividem-se em 4 grandes templos, cada um localizado em um ponto cardeal, os do norte e do sul, são destinados aos homens e os do leste e oeste, as mulheres, cada uma tendo seu subestilo de dobra do ar.</p>
<p>A dobra do fogo utiliza-se de outro critério para a sua divisão, que é apenas a capacidade, existe a dobra de fogo padrão, e a dobra do relâmpago, além de que de alguma forma, certos dobradores de fogo aprendem também a lidar com o magma&#8230;</p>
<p>Quanto ao Avatar, ele é a força que traz o equilíbrio, ele é uma espécie de ponte que conecta o mundo físico, ao mundo espiritual, por isso mesmo ele reencarna em uma nação dominadora diferente e tem consciencia de seuas vidas passadas (o estado avatar), esse ciclo de reencarnações de chama ciclo avatar.<br />
O papel do avatar é manter o equilíbrio, no caso do que se ve no desenho é conter os avanços da nação do fogo.<br />
Todas as dobras foram baseadas em algum estilo de arte marcial.</p>
<p>Kung Fu Shaolin do Norte - Dobra de Fogo<br />
Tai Xi Xuan - Dobra d&#8217;água<br />
Kung Fu Gwam Hur - Dobra de Terra<br />
Kung Fu Bagua - Dobra de ar</p>
<p>existem exceções a regra, como Toph, parte do estilo de dobra de fogo do Tio Iroh e alguns outros personagens especiais</p>
<p><strong>Dobras</strong></p>
<p>A dobra do fogo se baseia no fogo, na liberação rápida da energia, agregada as emoções, isso alimenta o poder da dobra de fogo, já dobras especiais como a de trovão usam o processo aposto, se baseiam na frieza e no equilíbrio das emoções.</p>
<p>A dobra de ar, se baseia na fluidez e liberdade de movimentos, usa principalmente movimentos circulares, a dobra de ar se alimenta de emoções, principalmente as que transmitem mais leveza.</p>
<p>A dobra de terra se baseia na força, em movimentos rígidos e consistentes, os pés dificilmente deixam o chão em algum movimento, pois os pés são a chave da maior parte dos movimentos da dobra de terra.</p>
<p>A dobra d&#8217;água se baseia na fluidez do movimento, mais principalmente na paz interior, um bom dobrador de água está sempre calmo, os dobradores de água entendem como o chi circula dentro deles, e esse conhecimento é aplicado a dobra, segundo lendas, a primeira dobradora de água foi a lua, e observando como a lua manipulava o fluxo das marés, através de um eterno empurrar e puxar, os dobradores de água aprenderam a manipula-la.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://www.hebertphp.net/wordpress/wp-content/uploads/2008/02/thecompletebook1collection.jpg" alt="" /></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/suserania.wordpress.com/232/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/suserania.wordpress.com/232/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/suserania.wordpress.com/232/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/suserania.wordpress.com/232/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/suserania.wordpress.com/232/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/suserania.wordpress.com/232/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/suserania.wordpress.com/232/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/suserania.wordpress.com/232/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/suserania.wordpress.com/232/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/suserania.wordpress.com/232/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/suserania.wordpress.com/232/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/suserania.wordpress.com/232/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=suserania.wordpress.com&blog=3049771&post=232&subd=suserania&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Um paladino, um destino, um caminho e varias escolhas – Parte 10</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 20:08:50 +0000</pubDate>
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O meto realmente esta no ar, a dor daqueles que estavam feridos, o desespero no olhar dos soldados que fugiam com receio do que poderia vim acontecer a todos. Mas independente do que estaria acontecendo ali o grupo se mantinha na linha frente para lutar com os orcs, os orcs shaman e o que estava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://www.geocities.com/clan_anh/gifs/paladin.GIF" alt="" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">O meto realmente esta no ar, a dor daqueles que estavam feridos, o desespero no olhar dos soldados que fugiam com receio do que poderia vim acontecer a todos. Mas independente do que estaria acontecendo ali o grupo se mantinha na linha frente para lutar com os orcs, os orcs shaman e o que estava em combate com eles.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">O shaman começa a preparar uma magia, mas antes que ele consiga lançar o grupo o ataca novamente. Dante faz seus passes rápidos e desfere alguns golpes na barriga do shaman, que concentrado em sua magia deixa de lado os danos sofridos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Mesma forma o Ivan ataca com um relâmpago que faz o shaman balançar as pernas, mas ainda se concentra em sua magia que agora toma forma de uma bola esverdeada.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Por ultimo o Paladino ataca em investida para que se evite o ataque, mas e jogado de lado por um impacto de escudo de um defensor. O Paladino levanta a visão para ver o que jogou ao lado, mas vê um defensor do reinado colocando o escudo na frente da bola de energia lançada pelo shaman. A explosão e grande, empurrando ainda mais para o lado o Paladino enquanto o Defensor e o orc shaman são envolvidos por uma explosão.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Quando a luz da explosão diminui, o volume da movimentação do ar diminui e se consegue limpar a vista para ver o acontecido, pode se observar que o defensor e o shaman estão na mesma posição antes da explosão. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Porém começa algo começa acontecer, a roupa do defensor começar a se esfarelar e o escudo se espatifa e seus pedaços caem no chão. E o defensor desfalece no chão, não aparentando morto, mas seu estado e muito ruim. Já com o Shaman ele se recua um pouco, suas roupas começam a esfarelar também e se ajoelha no chão respirando ofegantemente. Sua pele mostrava alguns sinais de dano provocado pelo ataque e também pelo os golpes já sofridos anteriormente que agravaram com a magia lançada anteriormente.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Neste mesmo instante o Paladino começa a ouvir sons de combates, vindo ao longe. O exercito do reino havia chegado e estava atacando em várias frentes o exercito dos orcs, mesmo com uma proporção de 10 orcs para cada combatente, eles lutavam ferozmente para tentar eliminar este perigo iminente ao reinado. Mas os outros Orc generais tinham outros planos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Enquanto as forças do reino avançam pouco a pouco sobre a horda os generais começam a preparar a mesma magia que o shaman que estava em combate com o grupo. Cada vez concentravam mais energia nas bolas de energia, o cambo de batalha começa a tomar um tom esverdeado. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Neste mesmo momento o paladino se ergue e voa em direção ao Shaman que estava a sua frente, mesmo ferido erguia os seus braços e concentrava a mesma bola de energia esverdeada. Ao atingir seu alvo o Paladino começa a concentrar a sua energia vital para derrubar definitivamente aquele Shaman.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Uma luz branca começa envolver o Paladino e depois ao shaman ate que ocorrer uma explosão explosiva que silenciou um pouco a batalha, mas que logo retorno ao seu brandir e gritos ferozes.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Os aventureiros após esfregarem os seus olhos e suas vistas voltarem ao normal vêem o Paladino e o Shaman, ambos com os seus corpos correndo energia tanto branca como esverdeada. Neste instante o Paladino começa a ver o mundo a escurecer, suas pernas tremerem e derrepente a sua armadura começar a rachar violentamente. Sua espada cai ao chão com uma rachadura de ponta a ponta dela, ele se ajoelha e pedaços de sua armadura estilhaçada caem ao chão. Seus braços enfraquecidos repousam ao lado do corpo que abaixa a cabeça para frente escondendo os seus olhos sobre a sombra de seu elmo partido e trincado.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">O Orc Shaman dobrara seu joelho, postando ele ao chão, mas mesmo assim ele levanta as suas mãos novamente para fazer a bola de energia, porém neste momento todos os outros Orc Generais lançam as suas magias em direção ao Orc Shaman.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">O Paladino só tem tempo de ver uma mescla de tons azulados e esverdeados antes de apagar totalmente e sua mente não saber mais o que acontece a sua volta.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">(Continua&#8230;)</span></span></p>
<p><em>Texto por: Fenrir, Christian Alencar</em></p>
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		<title>Momento comedia - 14/05/2008 - A lenda do FIAT 147 Envenenado</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 17:48:04 +0000</pubDate>
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Certo dia, eu estava na estrada com o meu 147, e como era de se esperar, a jabiraca quebrou. Então, encostei o &#8216;Podrão&#8217; no acostamento e fiquei esperando alguém passar. Apareceu um Porsche Boxter bi-turbo, a 170km/h. Nisso, o cara do Porsche, gente fina, dá marcha ré e volta até o FIAT. Ele se oferece [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://img50.imageshack.us/img50/1851/avataruv1.png" alt="FIAT 147" /></p>
<div id="1eue" class="ArwC7c ckChnd">
<p>Certo dia, eu estava na estrada com o meu 147, e como era de se esperar, a jabiraca quebrou. Então, encostei o &#8216;Podrão&#8217; no acostamento e fiquei esperando alguém passar. Apareceu um Porsche Boxter bi-turbo, a 170km/h. Nisso, o cara do Porsche, gente fina, dá marcha ré e volta até o FIAT. Ele se oferece para rebocar o FIAT, e eu aceitei a ajuda, mas pedi para não correr muito senão a jabiraca desmontava (óbvio), e liguei o pisca-alerta - que só tinha luz de um lado. Então aparece um Mitsubishi 3000 GT, que intima o Porsche, este não deixa barato e vai! 120, 130, 150,190, 210, 240 km/h. O FIAT se acabando e os dois alinhados&#8230; Daí os caras passam desembestados por um posto policial, mas nem vêem o radar. Então, o policial avisa pelo rádio ao próximo posto:</p>
<div> </div>
<div>&#8216;Atenção, um Porsche vermelho e um Mitsubishi preto disputando racha a mais de 200 por hora na estrada, e, juro pela minha mãe&#8230; tem um FIAT 147 atrás deles dando sinal de luz para ultrapassar!!!!&#8217;</div>
</div>
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		<title>Welcome to the Jungle!</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 11:41:27 +0000</pubDate>
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Sábado passado eu fui à floresta. Mais precisamente eu fui à uma reserva florestal que há contígua à Praia do Tupé. Apesar de já ter adentrado florestas antes, como dessa vez eu possuía mais conhecimento, parei mais coisas que da última vez em que fiz isso.
Uma coisa que as pessoas têm trabalho para fazer é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://byfiles.storage.msn.com/y1pbgDWJ0ZD_U1r7UPWEX9N13OSR9qzwAJYeq7mmRWtg20dx872mEkIArLkM0SYMkxn" alt="floresta" /></div>
<div style="text-align:justify;">Sábado passado eu fui à floresta. Mais precisamente eu fui à uma reserva florestal que há contígua à Praia do Tupé. Apesar de já ter adentrado florestas antes, como dessa vez eu possuía mais conhecimento, parei mais coisas que da última vez em que fiz isso.</p>
<p>Uma coisa que as pessoas têm trabalho para fazer é ambientar legal um grupo de jogadores. Mesmo que você descreva uma floresta, por exemplo, vai ser difícil para alguém que nunca esteve lá saber como é isso. É por isso que os escritores costumam viajar muito para poder escrever sobre os mais diversos personagens, ou ainda fazem como Jorge Amado, que só fala do que ele conhece muito bem, que é o lugar que ele nasceu e as coisas como são por lá.</p>
<p>Pois bem. A primeira coisa que as pessoas não lembram sobre as florestas é que é abafado e úmido. Úmido de verdade! Não é que as coisas estão todas molhadas à sua volta – elas estão – o que acontece é que há tanta umidade no ar que sua respiração começa a ficar pesada, você pensa que está suando demais, mas o que está de fato acontecendo é que sua pele não pode absorver mais nada de água, te deixando ensopado. Os índios não “trabalham” por seis meses dentro da mata por uma única razão: a floresta os deixaria todos com infecções nos pulmões. Nenhuma madeireira funciona deste período pelo mesmo motivo.</p>
<p>Outra coisa que você não lembra é que a floresta tropical não é um tapete verde. Se vista de cima, até parece mesmo, mas por dentro o que você vê é um monte de coisas radicalmente diferentes de tapetes. O chão é um sobe e desce sem fim, com muitos obstáculos grandes e pequenos no caminho, de maneira que andar para um lugar dois mil metros à frente leva muito mais que dois mil metros, devido aos desvios. E falando nos obstáculos, a maior parte será composta por árvores caídas, pois a regeneração natural das florestas desse tipo se dão através destas clareiras naturais. Imagine agora que as árvores que caem são aquelas mais altas, que ultrapassam o “teto” da mata&#8230; imagine agora que os obstáculos pequenos serão cobras venenosas que se escondem próximas à essas árvores, dentro ou fora destas, milhões de vespas extremamente agressivas e outras coisas que se te picarem, dificilmente te darão tempo para voltar à civilização.</p>
<p>Para se ter uma idéia, aquele lugar era tão cheio de onças e suçuaranas que não parávamos de encontrar marcas arvores marcadas com suas garras, uma vez que elas afiam e limpas as unhas nas envireiras, e vez em quando sentíamos o cheiro de carniça de suas refeições, mas não tínhamos medo, pois com o barulho elas fugiam. Cobras venenosas não fogem, mas se escondem, e se elas acham que você passou perto demais&#8230;</p>
<p>A terceira coisa que se deve lembrar é que há gente por todo o lado. Passamos por duas nações indígenas antes mesmo de entrarmos na mata, e lá dentro encontramos marcas de civilização, como lixo plástico, além de rastros de caçadores e mesmo velas vermelhas, pretas e roxas acesas perto de uma cachoeira para o seu orixá.</p>
<p>Imagine isso por semanas ou meses. Como afetará a cabeça de um urbano? Mesmo alguém acostumado com a vida dura nas montanhas ou no deserto vai sofrer muito por aqui.</p>
<p>Da próxima vez em que for descrever uma passagem por uma floresta tropical úmida (existem na África, Malásia, China, Brasil&#8230;), não se contente em dizer que a floresta é exuberante, quente, verde, interminável, cheia de insetos. Tudo isso está lá e muito mais, mais do que se poderia contar aqui. Há rios correndo lá, animais que avisam aos outros da sua presença, predadores e rebanhos de porcos selvagens com mais de setecentos indivíduos. Quanto mais se conhece, mas se percebe que as espécies de árvores mudam conforme se vai andando e o chão muda junto, se tornando arenoso, argiloso, encharcado, rico, pobre.</p>
<p>O ideal é falar de mudanças constantes, ou se o grupo está sendo guiado por alguém que sabe muito mais do que eles, como um guia local, dizer que o guia toma atalhos demorados demais, aparentemente sem razão e que este não vê problemas em andar demais para chegar em algum lugar apenas para mostrar uma plantação de mandioca ou uma vista bonita. Um local só mora em um lugar inóspito porque não conhece outra vida ou porque ama esse lugar, conhecendo-o muito bem de qualquer modo.
</p></div>
<div style="text-align:justify;">Vai entrar na floresta? Errado! A floresta vai engolir você!</div>
<div style="text-align:justify;">Texto por: Ricardo &#8220;Cão Babão&#8221;</div>
<div style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://www.paraty.tur.br/culturasetradicoes/img/curupira.jpg" alt="curupira" /></div>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/suserania.wordpress.com/229/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/suserania.wordpress.com/229/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/suserania.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/suserania.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/suserania.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/suserania.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/suserania.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/suserania.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/suserania.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/suserania.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/suserania.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/suserania.wordpress.com/229/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=suserania.wordpress.com&blog=3049771&post=229&subd=suserania&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Momento Comédia - 13/05/2008 - Churrasco de Rico X Churrasco de Pobre</title>
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		<pubDate>Tue, 13 May 2008 16:01:01 +0000</pubDate>
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CHURRASCO DE RICO X CHURRASCO DE POBRE

&#62;TRAJE FEMININO DE RICO
&#62;Calça capri de cor clara da Zara ou outra grife importada; Bolsas L.Vuitton, Prada. Camisetinha básica branca da Club Chocolate ou Doc Dog. Óculos Chanel, Valentino, sandalinha rasteira da Lenny. Ela sempre chega sozinha, dirigindo o seu próprio carro.

&#62;DE POBRE
Mini-saia curtíssima, blusinha da C&#38;A estampada,
tamanco de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div>
<blockquote>
<div style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#ff0000;"><span style="text-decoration:underline;"><img class="alignnone aligncenter" src="http://www.ccs.saude.gov.br/visa/cartuns/37_edra_churrasco_m.jpg" alt="" /></span></span></strong></span></span></div>
<div><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#ff0000;"><span style="text-decoration:underline;">CHURRASCO DE RICO X CHURRASCO DE POBRE<br />
</span></span><br />
</strong></span><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#ff0000;">&gt;TRAJE FEMININO DE RICO<br />
</span>&gt;Calça capri de cor clara da Zara ou outra grife importada; Bolsas L.Vuitton, Prada. Camisetinha básica branca da Club Chocolate ou Doc Dog. Óculos Chanel, Valentino, sandalinha rasteira da Lenny. Ela sempre chega sozinha, dirigindo o seu próprio carro.</strong></span></span></div>
<div><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:medium;"><strong><br />
</strong></span><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#ff0000;">&gt;DE POBRE<br />
</span>Mini-saia curtíssima, blusinha da C&amp;A estampada,<br />
tamanco de madeira de salto altíssimo,óculos coloridos, piercing e anel no dedo do pé. Muitas usam biquíni por baixo, na esperança de tomar um banho de piscina.</strong></span></span></div>
<div><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:medium;"><strong><br />
&gt;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p></strong></span><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#ff0000;">&gt;TRAJE MASCULINO DE RICO<br />
</span>&gt;Bermuda Hugo Boss ou Richard, camisa esporte Siberian ou Brooksfield, óculos Armani e aquela caminhonete importada maravilhosa.</p>
<p></strong></span><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#ff0000;">&gt;DE POBRE<br />
</span>&gt;Chinelo Rider, bermuda florida ou feita de uma calça jeans cortada com a barriga aparecendo, camisa do Flamengo jogada nas costas (eles morrem de calor) e óculos de camelô na testa. Chegam de Monza ou de carona com mais oito pessoas.</strong></span></span></div>
<div><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:medium;"><strong><br />
&gt;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
 </strong></span></span></div>
<p><span style="font-size:medium;"><strong></strong></span></p>
<div><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#ff0000;">&gt;A COMIDA DE RICO<br />
</span>&gt;Normalmente eles não comem, quando comem é um pouquinho de cada coisa. Arroz com brócolis ou açafrão, farofa com frutas, filé de cordeiro, picanha argentina, muzzarella de búfala. Sendo que cada coisa a seu tempo e pausadamente.</p>
<p></strong></span><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#ff0000;">&gt;DE POBRE<br />
</span>&gt;Vinagrete, farofa com muita cebola, maionese, muita asa de frango, lingüiça com pão de alho, costela e a tradicional bola da pá (que eles juram ser mais macia que a picanha!).</strong></span></span></div>
<div><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:medium;"><strong><br />
&gt;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
 </strong></span></span></div>
<p><span style="font-size:medium;"><strong></strong></span></p>
<div><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#ff0000;">&gt;A BEBIDA DE RICO<br />
</span>&gt;Os homens, Chopp da Brahma ou cerveja Heineken geladíssima. As mulheres, tônica Schweppes Citrus ou Envian e Coca-Cola Light.</p>
<p></strong></span><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#ff0000;">&gt;DE POBRE<br />
</span>&gt;Cerveja Belco ou Kaiser, geladas no tanque de lavar roupa cheio de gelo. Quem fica tonto mais rápido, bebe intercalado água da torneira. Muita caipirinha com Caninha da Roça, Baré Cola e Guaraná Sarandi.</strong></span></span></div>
<p><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:medium;"><strong></p>
<div>
&gt;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</div>
<div>
</div>
<p></strong></span><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#ff0000;">&gt;PRATO DE RICO<br />
</span>&gt;Normalmente beliscam uma picanha servida num enorme prato branco liso de porcelana, taças adequadas a cada tipo de bebida: água, chopp, refrigerante.</p>
<p>&gt;</strong></span><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#ff0000;">DE POBRE<br />
</span>&gt;Os tradicionais pratinhos de alumínio ou papelão,<br />
&gt;eles ficam o tempo todo de olho na fila esperando diminuir. As bebidas são servidas em copinhos plásticos de 200ml. (compra-se a quantidade exata do número de convidados) ou servem naqueles de requeijão ou geleia para os convidados mais chegados: familiares, algum cabo da PM, Corpo de Bombeiros, Escrivão da Polícia, etc.(OS VIPS).</strong></span></span></p></blockquote>
</div>
<div><span style="font-size:medium;"><strong><br />
&gt;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
 </strong></span></div>
<p><span style="font-size:medium;"><strong></strong></span></p>
<div><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#ff0000;">&gt;MÚSICA DE RICO<br />
</span>&gt;Jack Johnson, Maria Rita, música instrumental, Lounge Music e Jazz. Pode ser que contratem um grupo que toca chorinho, mas com músicos formados pela escola de Música da UFRJ.</strong></span></span></div>
<p><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:medium;"><strong></p>
<div>
&gt;</div>
<p> </p>
<p></strong></span><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#ff0000;">DE POBRE<br />
</span>&gt;Aquele pagodão de pingar suor, Zeca Pagodinho, Jorge Aragão e Revelação. Só CD&#8217;s piratas ( 4 por 10,00) mídia azul. Não pode faltar o de Samba Enredo do ano. O importante é tirar a galera do chão, depois de umas 2 horas de churrasco, todos já estão dançando, independente das idades ou credos. Também rola uma batucada improvisada com panelas, tampas ou qualquer objeto disponível que emita um som (cantam de Almir Guineto à Alcione). A mulherada tira a sandália, porque não está acostumada, e bota a poeira pra subir.</strong></span><span style="font-size:medium;"><strong> </strong></p>
<p></span></p>
<p><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#ff0000;">O CHURRASQUEIRO DE RICO<br />
</span>&gt;Contratado de uma churrascaria famosa. Trabalha com um uniforme impecável e traz consigo toda equipe necessária para atender todos os convidados.</p>
<p>&gt;</strong></span><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#ff0000;">DE POBRE<br />
</span>&gt;Amigo de um conhecido que adora fazer churrasco, e cada hora um fica um pouquinho pra revezar. Normalmente é um cara barrigudo que fica suando com uma toalhinha na mão (ele usa para enxugar o suor, limpar as mãos e o que mais precisar!). Adora ficar jogando cerveja na brasa para mostrar fartura!</strong></span><span style="font-size:medium;"><strong> </strong></p>
<p></span></p>
<p><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#ff0000;">&gt;O LOCAL DE RICO<br />
</span>&gt;Área coberta com piso de granito, tem mesinhas, ombrelones e bancos da Indonésia, num lindo jardim com piscina, mas ninguém se anima dar um mergulho.</p>
<p>&gt;</strong></span><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#ff0000;">DE POBRE<br />
</span>&gt;Normalmente na laje, com sol quente na cabeça ou chuva para acalmar o fogo (então é improvisada uma lona de caminhão como cobertura, mas só para proteger a churrasqueira), cadeiras só para quem chegar mais cedo (esses cedem o lugar para as grávidas que sempre chegam atrasadas), os demais ficam em pé, esbarrando uns nos outros e pisando no seu pé, mas não tem problema porque a maioria tá descalça.<br />
Sem esquecer o tradicional banho de chuveiro, onde os bêbados começam com a brincadeira de querer molhar todo mundo.</strong></span><span style="font-size:small;"> </span></p>
<p><span style="font-size:medium;"><strong></p>
<div>
&gt;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>&gt;</p></div>
<p></strong></span></p>
<div><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#ff0000;">O FINAL DE RICO<br />
</span>&gt;Em no máximo 4 horas, cada pessoa sai em seu próprio carro. Mas saem em momentos diferentes, para que o dono do churrasco possa fazer os agradecimentos a cada um com atenção.</p>
<p></strong></span><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#ff0000;">&gt;DE POBRE<br />
</span>&gt;Dura no mínimo 8 horas e depois que todos já estão bêbados, o dono da casa diz que tem que trabalhar cedo no dia seguinte, mas o pessoal ainda quer fazer vaquinha para comprar mais uma caixa de cerveja. Quem não tem carro pede carona ou vai de buzão mesmo. Isso sem falar nos que precisam curar o porre, estabacados no sofá ou no tapete, antes de pensar em ir embora!. O pessoal que tem carro, liga o som bem alto (pagode claro!) e ai buzinando, sorrindo e gritando : Valeu maluco!<br />
Amanhã tô aí pro enterro dos ossos !!</strong></span></div>
<div><strong></strong></div>
<div style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://www.brasiliaemdia.com.br/Fotos/BeD0510.950.A.jpg" alt="" /></div>
<div style="text-align:left;">Texto por: Desconhecido</div>
<p></span></p>
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		<title>O fantastico mundo das cartas e tabuleiros</title>
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		<pubDate>Tue, 13 May 2008 12:32:39 +0000</pubDate>
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Thiago Hermido
Especial para A CRÍTICA
O imaginário dos jogadores de RPG será despertado nos dias 17 e 18 de maio, quando Manaus sediará a segunda edição do “Dia D RPG America Latina”. O evento acontece simultaneamente em toda América Latina e em 30 cidades brasileiras, reunindo milhares de participantes em uma super maratona de jogos, oficinas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><em><img class="alignnone" src="http://www.acritica.com.br/Fotos/noticiario/135155.jpg" alt="" /></em></p>
<p><em>Thiago Hermido<br />
Especial para A CRÍTICA</em></p>
<p>O imaginário dos jogadores de RPG será despertado nos dias 17 e 18 de maio, quando Manaus sediará a segunda edição do “Dia D RPG America Latina”. O evento acontece simultaneamente em toda América Latina e em 30 cidades brasileiras, reunindo milhares de participantes em uma super maratona de jogos, oficinas e lançamentos relacionados ao jogo.</p>
<p>As atividades locais estão programadas com torneios e campeonatos, anime, mesas de RPG, demonstrações de jogos e os tradicionais desfiles de fantasias. Também será disponibilizada uma programação pela Internet com jogos on-line e palestras por vídeoconferência.</p>
<p>De acordo com um dos organizadores e responsável  do evento em Manaus, Alessandro Lima, o público estimado para o Dia D RPG é de aproximadamente mil pessoas. “No ano passado, o público foi bem modesto, mas com o crescimento do jogo durante esse tempo e a credibilidade do último evento esperamos uma participação bem maior”, explica Lima.<br />
 <br />
<strong>RPG em Manaus</strong></p>
<p>Segundo Alessandro, o evento dá a oportunidade de promover o jogo, trazendo novos adeptos  e também servindo de renovação para os fãs do gênero, já que, por meio dele, ficam sabendo das novidades e lançamentos que acontecem em todo o mundo. A cada ano, o organizador comenta que mais pessoas passam a conhecem e jogar RPG. “O RPG agrega vários temas como literatura, games, quadrinhos e até mesmo o cinema, como ‘Senhor Dos Anéis’, a adaptação literária que influenciou na criação do jogo em 1974”, lembra.</p>
<p><strong>Preconceito</strong></p>
<p>Apesar do preconceito que o jogo ainda sofre na sociedade, Alessandro comenta que o RPG estimula a criatividade e tem o intuito de conjunto e união, não o de competição. “As pessoas associam as imagens de terror e suspense à criminalidade, porém o jogo não é só isso”, completa. Ele comenta que na maioria das vezes a mídia relata os crimes ocorridos associando ao jogo, quando na verdade sempre acabam distorcidos. </p>
<p>Fonte: Site do Jornal Acritica</p>
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