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Concurso Cosplay AJP de Natal

21, 11, 2010

[YCC 2011 – Apres. Indiv. Tradicional] – REGRAS

Neste ano, o Anime Jungle de Natal sediará mais uma seletiva valendo vaga para o Yamato Cosplay Cup, que será realizado em Julho de 2011, em São Paulo. O cosplayer que vencer o concurso já terá uma vaga garantida para a final do YCC em São Paulo, representando o Norte no concurso.
Decidimos adiantar a realização dessa seletiva, pois, em abril do ano que vem, o AJP vem com uma grande surpresa em relação a concurso cosplay na cidade de Manaus, então não seria viável haver o YCC juntamente com esse outro concurso que traremos pra nossa cidade, pois iria conflitar com determinadas regras que o concurso implica, então, decidimos realizar o YCC no AJP de Natal. Em breve, explicaremos tudo.

Segue as regras para o concurso YCC.

(Regras para o YCC)
O presente regulamento objetiva proporcionar o bom andamento do concurso, assegurando a igualdade de condições a todos os participantes inscritos.

::1. INTRODUÇÃO
1.1. O concurso cultural de cosplay será realizado no dia 12 de DEZEMBRO, dentro do evento Anime Jungle Party de Natal 2010, na modalidade: Individual Tradicional.
1.2. É responsabilidade dos organizadores do evento e do coordenador do Concurso de Cosplay o cumprimento destas regras e entrega dos prêmios.

::2. A CATEGORIA
2.1. A categoria do concurso de cosplay é:
.Tradicional (categoria individual) – Os participantes subirão ao palco para realizar sua apresentação baseada na personalidade dos personagens que estão interpretando.

::3. ALGUMAS REGRAS E PROIBIÇÕES
3.0 É terminantemente proibido o uso de Extintor de Incêndio nas apresentações, lançadores de confetes contendo pólvora, Matérias líquidos que sujem ou danifiquem o palco.
3.1. O concurso é aberto para pessoas com idade superior a três anos e de todas as origens presentes no evento.
3.2. É vetada a participação de membros da comissão organizadora, coordenadores e staffs do evento, sendo permitida a participação de convidados (como palestrantes, professores de workshops e participantes do Teatro Cosplay, desde que usando outro cosplay) e vendedores terceirizados.
3.3. São considerados válidos Cosplays de personagens originados em qualquer tipo de mídia desenhada ou filmada, não importando a origem étnica do mesmo, desde que o personagem seja de acesso público. Serão desclassificados personagens originários de fanzines e fóruns, assim como “cosplays originais”. É vetada ainda a participação e representação de personagens pornográficos ou eróticos (hentai) como medida de segurança e integridade física para menores de idade e participantes em geral.
3.4. É terminantemente proibido o porte de explosivos, armas de fogo (mesmo descarregadas) e armas brancas com lâmina afiada (apenas objetos que não representem perigo para os presentes no evento serão permitidos). O porte deste tipo de objeto dará ao evento a autoridade da barrar o visitante na entrada e recolher o mesmo ao guarda-volumes, tendo o visitante o direito de retirá-lo no final do evento.
3.5. A interação com a platéia e os apresentadores do concurso não é proibida, desde que seja coerente com o personagem e não incorra em ofensas, constrangimentos, nem exceda o tempo estipulado para a apresentação do participante ou atrapalhe o andamento do concurso.
3.6. É proibido pular do palco ou atirar objetos para fora dele.
3.7. O Cosplayer deve entrar e sair do palco pelos lados indicados no dia. Assim como fazer a apresentação da maneira como for instruída com o equipamento de palco.
3.8. É proibido o uso de qualquer banner ou faixa durante a apresentação de cosplay no palco divulgando algum site ou empresa, sem autorização do evento.

::4. APRESENTAÇÃO
4.1. O participante individual tem 1 (UM) minuto para sua apresentação.

4.1.1. Após o tempo estipulado esgotar, o participante será desclassificado, mas terá 30 segundos de tolerância para o final da apresentação e saída do palco.
4.2. O concurso será assistido por pessoas de todas as idades, de crianças a adultos. Por isso, é exigido do participante bom senso para a definição de sua apresentação.
4.3. Ofensas (palavrões), apelo sexual e posturas que não são características do personagem representado são consideradas pelos juízes como critério para a desclassificação do mesmo.
4.4. Em caso de apresentações que firam as disposições criminais, como atentado ao pudor e aliciamento de menores, os mesmos ou seus responsáveis legais responderão criminalmente por seus atos.
4.5. O participante do concurso poderá utilizar um CD de áudio com o som para a sua apresentação. O cosplay que utilizar este recurso deve testá-lo com antecedência e depois entregá-lo devidamente identificado, com fita adesiva especificando a faixa e seu número de inscrição.
4.5.1. ATENÇÃO: Só será aceito um CD por participante. Não será permitido utilizar o CD de um amigo ou fornecer somente na hora da apresentação.
4.6. Caso haja problemas de responsabilidade do evento (como falhas na aparelhagem de som) e o Cosplayer for prejudicado, ele poderá repetir a sua performance no final do concurso. CDs defeituosos não se incluem neste caso.
4.7. O Cosplayer se responsabiliza pela integridade de aparelhagem e acessórios do evento quando em seu poder. Ou seja, deverão tomar muito cuidado com os microfones e caixas de som. Caso seja permitido ao cosplayer segurar o microfone e ele o deixar cair no chão ou bater o mesmo, ele será desclassificado, seja o ato feito com esta intenção ou não.
4.8. Para a igualdade de todos os competidores, os cosplayers não poderão levar material adicional de som como microfones, guitarras ou qualquer tipo de equipamento eletrônico que não esteja expressamente permitido nas regras.
4.9. Os cosplayers poderão levar para o júri material de apoio impresso como letra de música, imagem do personagem, resumo de personalidade; desde que leve uma cópia para cada juiz e uma para o coordenador do concurso. O mesmo deve entregar o material no momento da inscrição para o concurso. Vale destacar que o material de apoio deve ser coerente com a apresentação, cabendo o coordenador do concurso julgar se o mesmo se enquadra ou não dentro deste quesito.
::5. PASSOS PARA A INSCRIÇÃO
5.1. Os participantes do concurso deverão se dirigir até a área de inscrições que será divulgado no dia do evento e preencher sua ficha com o staff responsável.
5.1.1. ATENÇÃO! Ao assinar a ficha o participante declara que está de pleno acordo com as regras do concurso. O cosplayer deve preencher todos os campos com os dados cadastrais na entrega da ficha. A coordenação-geral do evento vai solicitar que os coordenadores de cosplay apresentem a ficha dos vencedores, caso algum campo não esteja preenchido, o mesmo vai ser desclassificado, mesmo que tenha ficado em primeiro lugar no concurso.
5.2. Os Cosplayers devem se reunir 15 minutos antes do concurso, ao lado do Palco ou assim que o apresentador anunciar o início dos preparativos para a fila do concurso. Os cosplayers organizados em fila deverão manter-se nela até o momento de sua apresentação. Caso saiam do local estipulado pelo staff responsável, serão desclassificados.
5.3. Encerradas as inscrições, não abriremos exceções. Não adianta insistir!
:6. ATENÇÃO! ! ! EXTREMAMENTE IMPORTANTE! ! !
6.1. O Cosplay que não estiver presente quando chegar sua vez será imediatamente desclassificado, não podendo realizar sua apresentação no final das apresentações dos participantes que respeitaram sua ordem.
6.2. O tempo de cada Cosplay será cronometrado. Aqueles que ultrapassarem seu tempo de interpretação serão DESCLASSIFICADOS do concurso, tendo sua nota com valor igual a ZERO. Além disso, terão 30 segundos de tolerância para terminar sua apresentação. Excedendo este tempo, o áudio do CD ou do microfone será cortado e o participante convidado a se retirar do palco.
6.3. O CD deve ser gravado em formato CDA (CD de áudio convencional) e não em arquivo MP3, ou seja, qualquer aparelho de som deve ser capaz de reproduzi-lo. O CD também não poderá ser do formato “regravável” (CDRW). Caso o cosplayer não respeite esta regra, será de sua responsabilidade improvisar sua apresentação ou abrir mão da mesma.
6.4. Caso o Cosplayer desista de se apresentar, deve informar antecipadamente a coordenação de Cosplay.
6.5. Cenários e materiais de apoio são de responsabilidade do próprio Cosplayer. Estes deverão ter no máximo 2 (dois) metros de altura.
6.6. Cada participante só pode subir ao palco com um staff pessoal, este deve usar uma roupa preta. Deve ser informada a utilização do staff no momento da inscrição do cosplayer. Caso contrário, sua entrada e permanência na Área Cosplay será proibida.
6.7 Além do seu staff pessoal, cada cosplayer poderá utilizar no máximo dois staffs do evento em suas apresentações, já contando com o apresentador, se for o caso.
:7. JULGAMENTO
7.1. As notas serão dadas pelos juízes, e a média entre eles será a nota final. A banca será composta de 3 (três) juízes.
7.2. Os quesitos de julgamento será “criatividade”. Cada um receberá nota de 1 (UM) a 10 (DEZ), com intervalos de 0,25. A nota 0 (ZERO) será dada apenas aos cosplayers desclassificados.
7.3. Para o quesito “criatividade”, os juízes são instruídos a julgar a originalidade da roupa e da interpretação da cena apresentada.
7.4. Em caso de empate nas notas finais dos primeiros colocados e sujeitos a premiação, a coordenação de cosplay votará para decidir o desempate.
7.5. Os juízes se reunirão antes do concurso, para receber instruções detalhadas sobre o procedimento e os critérios de julgamento, e se reunirão após o concurso, para analisar o cálculo das notas.
7.6. Os juízes são escolhidos pelo coordenador do concurso.
7.7. As somatórias, médias e notas finais serão feitas pelo coordenador do concurso.
::8. OBSERVAÇÕES FINAIS
8.1. Os prêmios serão anunciados no palco do evento.
8.2. Todos os resultados e notas serão considerados oficiais depois de divulgados na comunidade Anime Jungle Party!.
8.3. Os casos omissos no regulamento serão analisados pela coordenadora de cosplay e pela coordenadora de palco. A decisão será soberana e inquestionável, não cabendo interferência da direção do evento. Exemplo: Proibição do participante segurar o microfone durante as apresentações ou criar premiações extras como melhor cosplayer infantil, prêmios honorários e prêmio especial do público.
8.4. Todos os participantes serão julgados por um corpo de jurados, cujas notas serão consideradas plenas e também inquestionáveis.
Dados Gerais para inscrição no dia:
– Nome do Participante.
– Personagem.
– Resumo do Personagem
– Staff (nome).
– Precisará de staff do evento? Se sim, quantos? (máximo dois).

Startrek and…

20, 10, 2010

Lei n° 9.610/1998, trata dos direitos autorais

4, 10, 2010

Lei n° 9.610/1998, trata dos direitos autorais:
Art. 11º Autor é a pessoa física criadora de obra literária, artística ou científica.
Art. 18º A proteção aos direitos de que trata esta Lei independe de registro.
Art. 22º Pertencem ao autor os direitos morais e patrimoniais sobre a obra que criou.
Art. 24º São direitos morais do autor:
I – o de reivindicar, a qualquer tempo, a autoria da obra;
II – o de ter seu nome, pseudônimo ou sinal convencional indicado ou anunciado, como sendo o do autor, na utilização de sua obra;
Art. 28º Cabe ao autor o direito exclusivo de utilizar, fruir e dispor de obra literária, artística ou científica.
Art. 29º Depende de autorização prévia e expressa do autor a utilização da obra, por quaisquer modalidades, tais como:
I – a reprodução parcial ou integral;
II – a edição;
Art. 33º Ninguém pode reproduzir obra que não pertença ao domínio público, a pretexto de anotá-la, comentá-la, ou melhorá-la, sem permissão do autor.
Parágrafo Único. Os comentários ou anotações poderão ser publicados separadamente.
Art. 79º O autor de obra fotográfica tem direito a reproduzi-la e colocá-la à venda, observadas as restrições à exposição, reprodução e venda de retratos, e sem prejuízo dos direitos de autor sobre a obra fotografada, se de artes plásticas protegidas.
§ 1º A fotografia, quando utilizada por terceiros, indicará de forma legível o nome do seu autor.
§ 2º É vedada a reprodução de obra fotográfica que não esteja em absoluta consonância com o original, salvo prévia autorização do autor.

RH = Reflexão = Decisões

19, 09, 2010

Decisões

Nossa vida se desenrola numa série de encruzilhadas diante das quais precisamos fazer opções. Aí é que aparece este impulso de autodeterminação pessoal chamado liberdade. Nele pode estar toda a nossa grandeza, se acertarmos, ou a nossa miséria, se errarmos.

Seus fracassos e decepções estão todos no passado. Eles nada têm a ver com o que você deseja conquistar a partir de hoje.

Só o homem que chegou ao ponto mais alto da árvore da vida é capaz de decidir.

Você começa cada dia como uma folha em branco. Cada momento é uma oportunidade de começar a transformar seus sonhos em realidade.

O que já passou não importa mais. Sim, o passado trouxe você até aqui. Mas agora seu caminho se divide em infinitas direções e você pode escolher qual delas deve seguir.

Aprenda com o passado e deixe-o para trás. Desejar que tivesse sido diferente é perda de tempo e energia.

Continuar convivendo com as limitações do passado é desperdiçar o enorme potencial da sua vida. Seu passado não define quem você é ou o que você pode conquistar. E quem decide isso é você.

“É mais fácil atirar pedras do que se defender delas.”

[BEJRPG] Primeiro Point do Bom é Jogar RPG em Manaus

19, 09, 2010

BEJRPG

Ola a todos,

Sou Christian Alencar, um dos staffs da campanha do Bom é Jogar RPG. Você já conhece a campanha?

Vamos falar um pouco da campanha primeiro:

A Campanha Bom é jogar RPG se propõe a ajudar a difundir a imagem e aumentar o alcance do RPG em nível nacional, que é considerado um jogo misterioso e complexo para muitos. O projeto visa unir jogadores e mestres já habituados com o jogo e aqueles que nunca pensaram no RPG (online, de mesa ou live action) como forma de diversão e uma excelente forma de fazer amigos, aprender, soltar a imaginação.

Bom é jogar RPG é uma iniciativa para que pessoas possam fazer amigos, se divertir e estimular a criatividade através de um jogo fantástico. Unindo cultura, interação social e entretenimento numa só campanha para todo o Brasil. Participe de nossa rede social e fique informado de tudo que acontecer na campanha, faça amigos, divulgue seu grupo ou clã, ache mestres e ache jogadores.

O Bom é jogar RPG pretende estabelecer encontros em todo o país com mestres e jogadores voluntários, criando uma rede de amigos e pessoas dispostas a se divertir de maneira saudável e respeitosa. Serão estabelecidos também: debates, campanhas sociais em escolas e ONGs e outras formas dinâmicas (online ou não) para que o RPG possa cada dia mais ter novos jogadores e ser mais reconhecido como ferramenta interessante de interação social, cultural e de diversão.

Que vou contar para vocês é sobre o primeiro Point oficial do Bom é Jogar RPG(BEJRPG) em Manaus que ocorreu dentro do evento Anime Jungle Party(AJP) nos dias 10, 11 e 12 de Setembro de 2010.

No primeiro dia do evento não estivemos com o Point, toda equipe estava trabalhando ou estudando. Isso prova que RPGista é responsável, estudioso e boa gente. Já no segundo e terceiro dia do evento já estávamos presente no evento.

Começamos bem devagar, tranquilamente e serenos nossa primeira sondagem de como séria aceitação do publico com a campanha e com o RPG de volta ao AJP, ate que tivemos uma aceitação razoável e conseguimos angariar alguns contatos para futuras atividades do BEJRPG em Manaus ate mesmo para o site – Falando nele, já se registraram? www.bejrpg.com.br.

Enquanto o point estava rolando sempre a equipe estava explicando, jogando e puxando as pessoas para conhecer ainda mais sobre o RPG e o BEJRPG.

Foi o primeiro passo, agora vamos enfrente para conseguir avançar ainda mais.

Obrigado a todos que permitiu este primeiro passo e ao Vinicius ter feito esta campanha fantástica.

Algumas fotos tiradas no Point

http://picasaweb.google.com/c.alencar/BomEJogarRPGManaus

http://picasaweb.google.com/c.alencar/BomEJogarRPGManaus02

Aproveitem e joguem RPG

Bom é Jogar RPG no Anime Jungle Party 10-09-2010

11, 09, 2010

Bom é Jogar RPG no Anime Jungle Party 10-09-2010
Image posted by MobyPicture.com
– Posted using MobyPicture.com

FESTIVAL CELTA – OIMELC

31, 07, 2010

Texto de: Ricardo DRaco
Bruxaria Tradicional Ibero-Celta

– Filha de Dagda , Briga é conhecida por diversos nomes e em diversas localidades da Europa :Bride (Noiva), Bridey, Brighid, Brigit (“A Exaltada”, “A Luminosa”, “Raça Pronunciada”), briggidda e Brigid.”
Sendo uma divindade solar, seus atributos são a Luz, a inspiração e todas as habilidades associadas ao fogo, ela é a benfeitora da cura interna, fertilidade e da energia vital.
Briga também é retratada com três faces e isso reflete a trindade de ofício ou três poderes, sendo:
* A sabedoria, poesia e inspiração divina (Awen).
* A Cura, as artes divinatórias e a profecia.
* O ofício dos ferreiros e atividades ligadas ao sagrado fogo da forja.
Um dos seus nomes mais antigos é Breo-Saighead (que significa “Flecha de Fogo”, “Flecha Certeira”, “Seta Brilhante”, “Seta Impetuosa”) e nisso está contido o seu atributo de Justiça Divina, pois Brigit também está ligada às Leis.
Ela também está relacionada à União, pois se casou com um Fomorian (Tribo inimiga da Tribo de Dannan) e por algum tempo a paz foi presente entre esses povos. Quando seu filho foi morto em batalha, ela foi até o campo lamentar a sua morte. Este fato ficou conhecido como o primeiro caoine (keening = grito desesperador) que segundo as tradições foi um lamento terrível ouvido por toda a Irlanda, algo carregado de tamanha tristeza que seu som era por demais doloroso e assustador para ser ouvido. Seu culto é conhecido em toda a Europa, unindo várias tribos que muitas vezes eram inimigas em adoração a ela.
Como patrona da poesia, filidhecht, ela é a fonte da inspiração e sabedoria ao qual os bardos acessam. Ela é a própria Chama (fogo inspirador), que acende a luz na alma para que a centelha divina se manifeste, e dessa forma as Artes se manifestavam, tanto para a arte artesanal como para a arte poética, as tão temidas poesias que detinham poder, como encantamentos. Sabiam como, quando e de que forma usar as palavras e as moldavam, como uma escultura, uma essência que ganhava forma e tanto poderia ser uma forma de afago ou uma arma. É a mantenedora da cultura, do aprendizado e da sabedoria.
O Festival que presta honrarias a ela é Imbolc (oi-melc: lactação ou leite de cabra), estando associado à Lactação das ovelhas e cabras (alimento sagrado para os celtas, pois representa a pureza), a purificação por água de fonte (os poços, nascentes e rios também lhe são sagrados), ao nascer, ao início e à chegada da primavera. Portanto ela também é reconhecida como uma Deusa Iniciadora, pois esse é o período em que o inverno se vai e a vida novamente começa a brotar. Apesar dela ser uma deidade extremamente abrangente, nesse festival ela é honrada enquanto Mãe, aquela que provê o alimento para a Tribo.
Existem inúmeras histórias que citam poemas escritos pelo Bardo Taliesin e inspirados por Briga, inclusive uma história do século XII sobre uma Cosmologia Tradicional.
Hoje ela é vista na Bretanha como uma Guerreira, e seus soldados são chamados de Brigantes.
Existem inúmeros textos sobre ela, mas a grande maioria com dados católicos, e que tornam obscuros os abrangentes aspectos que ela possui.
Fonte: http://www.arvoresagrada.hd1.com.br/Mitologia_briga_dir.htm

O Aprendiz de Feiticeiro

18, 07, 2010

Balthazar Blake (NICOLAS CAGE) é um mestre feiticeiro dos dias atuais, morador de Manhattan e tenta defender a cidade de seu arqui-inimigo, Maxim Horvath (ALFRED MOLINA). Balthazar não é capaz de fazer isso sozinho, então ele recruta Dave Stutler (JAY BARUCHEL), um rapaz de aparência comum que demonstra potenciais ocultos, como seu relutante protegido, dando a ele um curso rápido na arte e ciência da magia. Juntos, a improvável dupla precisa deter as forças da escuridão. Será necessária toda a coragem que Dave pode reunir para sobreviver ao seu treinamento, salvar a cidade e ficar com a garota quando ele se torna O Aprendiz de Feiticeiro.

Cresce a cada dia o número de denúncias de funcionários que sofrem algum tipo de assédio moral nas empresas em que trabalham.

15, 07, 2010

Cresce a cada dia o número de denúncias de funcionários que sofrem algum tipo de assédio moral nas empresas em que trabalham. Pode se considerar assédio moral qualquer tipo de afastamento sem informação, agressões verbais em qualquer tempo, desinformação e cobrança seguinte, não cumprimentar quando o fizer a todos e, até mesmo, uma promoção que não aconteça.


Para Gustavo Galleazzo, consultor e sócio da Moore Stephens Auditores e Consultores, há alguns fatores que levam ao crescimento desses casos. O primeiro deles é o cultural.

“É difícil separar uma explosão pontual (pode ser o perfil do gestor que deve ser trabalhada) de uma ação constante. Segundo estudos recentes, os mais pobres tendem a ser mais subservientes e, por serem pouco instruídos, acham normal”, diz.

Outros dois fatores que também devem ser levados em consideração são a ausência de leis, ou casos que possam ser divulgados, e a dificuldade para conseguir emprego. “Muitos se sujeitam a atividades que não são de seu perfil, mas precisam pagar as contas no final do mês e suportam as atitudes deselegantes”, explica.

Ao perceber que está sendo vítima de assédio moral, o funcionário deve primeiramente ter certeza da lisura de suas atitudes e, em seguida, coletar o máximo de fatos e evidências, se possível testemunhas, e levar ao conhecimento da chefia. É aí que entra um dos pontos de maior discussão quando se fala em assédio moral.

Como um líder/superior pode defender sua equipe desse tipo de agressão por parte de outros supervisores e mesmo do seu superior? Para o consultor, ele deve agir no sentido de interferir no processo, removendo da equipe ou influenciando a atitude tanto do assediado como do assediador.

Galleazzo alerta ainda que, quando a situação fica insuportável e não houve posição da chefia ou é ela quem ocasiona o assédio, o funcionário deve optar por duas vias. “Procurar outra posição sem denúncia ou denunciar o fato ao Ministério do Trabalho”, explica.

“O custo humano para quem sofre assédio moral é gigantesco. O funcionário perde de cara a produtividade, depois a auto-estima, e assim por diante”, acrescenta o consultor.

A rede Moore Stephens está presente no Brasil desde 1997, com seis escritórios localizados nas principais cidades do país, e vem notando uma taxa média de 35% de crescimento ao ano desde 2002.

Galeazzo é administrador e professor, com MBA em Gestão pela Baldwin Wallace College de Ohio, EUA, e Mestre em Engenharia da Informação pela Kent University. É professor nas disciplinas de Cenários, Estratégia, Gestão de Pessoas e Finanças Públicas, e também de diversos cursos de Pós-Graduação. Site: www.msbrasil.com.br

Características do assédio

A mesma autora que define assédio moral (Marie-France Hirigoyen)  destaca que a guerra psicológica no local de trabalho impõe dois fenômenos:

ü o abuso de poder

ü e a manipulação perversa

Para que se caracterize o assédio moral, é fundamental a intenção do assediador de atingir o empregado e a repetição.

Em geral, um ataque isolado não seria prejudicial, apenas causaria um certo incômido. O que faz o assédio moral ser violento, é a freqüência com que o ato é praticado.

O alvo do assédio moral é a pessoa, e o interesse maior ou menor de prejudicá-la.

Existem autores (Heinz Leymann), que estabelecem uma “proporcionalidade” para as agressões, dizendo que é preciso que uma ou várias das ofensas se repitam pelo menos uma vez por semana por um préiodo de tempo de, no mínimo, seis meses. Mas esta definição não abrange todas as possibilidades, pois alguma atitudes especialmente humilhantes podem destruir alguém em bem menos que seis meses.

Na maioria das vezes, o assediado acaba adoecendo em virtude do assédio. A doenças mais comuns são o estresse, a ansiedade (quando o assédio moral é recente), a depressão, e distúrbios psicossomáticos (rápido aumento de peso, gastrites, colites, úlceras de estômago, hipertensão arterial incontrolável, doenças de pele, indisposições, vertigens entre outras.

O fato é, que na justiça, quem vai definir se houve ou não o assédio moral é o Juiz, uma vez que não existe legislação específica sobre o assunto. Mas sem dúvida, a exigência da agressão pessoal (que pode ser verbal, física, escrita, etc) e da repetição da ação, são fundamentais.

Contra quem costuma ser praticado

ü trabalhadores com mais de 35 anos;

ü empregados recebem salários muito altos, não aceitam o autoritarismo e em geral têm mais competência que o agressor;

ü pessoas que se dedicam à empresa, trabalhando até mais tarde sem reclamar;

ü perfeccionistas e que não costumam faltar ao trabalho nem doentes.

ü trabalhadores que se sentem culpados facilmente;

ü pessoas que não têm mais resistência física para suportar as humilhações;

ü portadores de deficiência ou de problemas de saúde;

ü pessoas que tem religião ou orientação sexual diferente do agressor;

ü especialistas em determinadas atividades que têm as oportunidades limitadas;

ü homens em um grupo de mulheres e mulheres em um grupo de homens;

ü mulheres grávidas ou com filhos pequenos.

Daí se conclui, que o assédio moral em geral é praticado contra minorias, pessoas vulneráveis por timidez, idade, nível funcional ou contra a mulher em especial.

Perfil do agressor

ü Superior hierárquico (chefe, diretor, gerente) do empregado;

ü Colega;

ü Superior agredido por subordinado, em geral nos casos em que já existe um grupo formado na empresa e o superior vem de fora do grupo;

É importante salientar, que em qualquer das situações é obrigação do empregador punir o agressor.

Atitude do assediado

ü verificar, em primeiro lugar, se o que está ocorrendo é realmente assédio moral;

ü reunir provas para a comprovação do assédio para que o empregado possa ajuizar uma ação buscando indenização por dano moral. Em geral, estas provas são de testemunhas que presenciaram a situação.

ü denunciar o assédio aos recursos humanos, à CIPA e ao SESMT da empresa, além de informar ao sindicato profissional.

ü se não tiver sucesso com nenhum destes órgãos, procurar o Ministério do Trabalho e Emprego e solicite uma fiscalização no local ou uma mesa de entendimento com a empresa. Mas é importante saber que neste procedimento, a identificação será necessária.

Exemplos de assédio moral

ü humilhações pelo empregador ou superior hierárquico que atingem todos os empregados, com evidente intenção de forçar o pedido de demissão;

ü estabelecimento de metas impossíveis de serem atingidas e a cobrança constante por parte do empregador ou superior hierárquico (assédio clausular). Neste ponto, é importante salientar que não há nenhum problema em estabelecer metas de produtividade e motivar os empregados a atingi-las. O assédio surge quando as metas são irrealizáveis e o superior cobra humilhando o empregado, ou pressionando-o constantemente;

ü boicote por parte do superior ou empregador, ou seja, menos trabalho é transferido ou atividades bem menos complexas que as exercidas normalmente pelo empregado;

ü isolamento do assediado dos demais colegas em conjunto com a ridicularização ou menosprezo de suas atividades profissionais;

ü retirada do material de trabalho, impossibilitando o empregado de exercer suas atividades profissionais;

ü ataques freqüentes em relação à vida pessoal do empregado dentro do ambiente de trabalho;

Fonte: Lista RH Manaus

Imagem do dia – 11/07/2010

11, 07, 2010