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Momento Comico – Amor em Familia

9, 04, 2008

Ola pessoal,

recebi esta piadinha infame por e-mail, resolvi compartilhar com vocês, não custa nada.

 

O Juvenal tava desempregado há meses.

Com a resistência que só os brasileiros tem, o Juvenal foi tentar mais um emprego em mais uma entrevista.

Ao chegar ao escritório, o entrevistador observou que o candidato tinha exatamente o perfil desejado, as virtudes ideais e lhe perguntou:

– Qual foi seu último salário?

– “Salário mínimo”, respondeu Juvenal.

– Pois se o Sr. for contratado ganhará 10 mil dólares por mês!

– Jura?

– Que carro o Sr. tem?

– Na verdade, agora eu só tenho um carrinho pra vender pipoca na rua e um carrinho de mão!

– Pois se o senhor trabalhar conosco ganhará um Audi para você e uma BMW para sua esposa! Tudo zero!

– Jura?

– O senhor viaja muito para o exterior?

– O mais longe que fui foi pra Belo Horizonte, visitar uns parentes…

– Pois se o senhor trabalhar aqui viajará pelo menos 10 vezes por ano, para Londres, Paris, Roma, Mônaco, Nova Iorque, etc.

– Jura?

– E lhe digo mais… O emprego é quase seu. Só não lhe confirmo agora porque tenho que falar com meu gerente. Mas é praticamente garantido. Se até amanhã (sexta-feira) à meia-noite o senhor NÃO receber um telegrama nosso cancelando, pode vir trabalhar na segunda-feira.

Juvenal saiu do escritório radiante. Agora era só esperar até a meia-noite da sexta-feira e rezar para que não aparecesse nenhum maldito telegrama.

Sexta-feira mais feliz não poderia haver. E Juvenal reuniu a família e contou as boas novas. Convocou o bairro todo para uma churrascada comemorativa a base de muita música.

Sexta de tarde já tinha um barril de choop aberto. As 9 horas da noite a festa fervia. A banda tocava, o povo dançava, a bebida rolava solta. Dez horas, e a mulher de Juvenal aflita, achava tudo um exagero. A vizinha gostosa, interesseira, já se jogava pra perto do Juvenal.

 

E a banda tocava!

E o choop gelado rolava!

O povo dançava!

Onze horas, Juvenal já era o rei do bairro.

Gastaria horrores para o bairro encher a pança. Tudo por conta do primeiro salário. E a mulher resignada, meio aflita, meio alegre, meio boba, meio assustada.

Onze horas e cinqüenta e cinco minutos……..

Vira na esquina buzinando feito louco uma motoca amarela…

Era do Correio!

A festa parou!

A banda calou!

A tuba engasgou!

Um bêbado arrotou!

Uma velha peidou!

Um cachorro uivou!

Meu Deus, e agora? Quem pagaria a conta da festa?

– Coitado do Juvenal! Era a frase mais ouvida.

-Jogaram água na churrasqueira!

O chopp esquentou!

A mulher do Juvenal desmaiou!

A motoca parou!

– Senhor Juvenal Batista Romano Barbieri?

– Si, si, sim, so, so, sou eu…

A multidão não resistiu…

– OOOOOHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!

– Telegrama para o senhor…

Juvenal não acreditava…

Pegou o telegrama, com os olhos cheios d’água, ergueu a cabeça e olhou para todos.

 

Silêncio total.

Respirou fundo e abriu o telegrama.

Uma lágrima rolou, molhando o telegrama..

Olhou de novo para o povo e a consternação era geral.

Tirou o telegrama do envelope, abriu e começou a ler.

O povo em silêncio aguardava a notícia e se perguntava

– E agora?

Quem vai pagar essa festa toda?

Juvenal recomeçou a ler, levantou os olhos e olhou mais uma vez para o povo que o encarava…

Então, Juvenal abriu um largo sorriso, deu um berro triunfal e começou a gritar eufórico:

– Vovó morreeeeuuu! Vovó Morreeeeuuu!!!!!!!

hauhauauhuahuauahua

 

(Nada pessoal em…)

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One Comment leave one →
  1. 9, 04, 2008 4:36 pm

    kakakakakknota 10

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