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Psicodislépticos, psicolépticos ou alucinógenos

29, 05, 2009

Os alucinógenos podem ser psicoativos e/ou fisiologicamente ativos e podem ter como alvo muitos sistemas dentro do corpo. Alguns indóis são endógenos ao corpo humano-como ex. a serotonina. Muitos outros são exógenos, encontrados na natureza e nas plantas que podemos comer. Alguns se comportam como hormônios e regulam o crescimento ou a taxa de maturação sexual. outros influenciam o humor e o estado de alerta.

São quatro as famílias dos compostos indóis que são fortes alucinógenos visionários e que também ocorrem em plantas:

1. Os compostos do tipo LSD.

Encontrados em três gêneros relacionados de ipoméias e fungos de cereais, os LSDs são raros na natureza. O fato de serem os alucinógenos mais conhecidos deve-se indubitavelmente a milhares de doses de LSD terem sido fabricadas e vendidas durante os anos 60. O LSD é um psicodélico, mas são necessárias doses relativamente grandes para provocar o paradis artificiel de alucinações vividas e absolutamente transmundanas que é produzido pela DMT e pela psilocibina em doses bastante tradicionais. Não obstante, muitos pesquisadores enfatizaram a importância dos efeitos não alucinógenos do LSD e de outros psicodélicos. Dentre esses efeitos pode-se citar um sentimento de expansão mental e aumento na velocidade do pensamento; a capacidade de compreender e de se relacionar com questões complexas de pensamento, com a estruturação da vida e com redes complexas e decisórias de ligação cognitiva.

O LSD continua a ser fabricado e vendido em quantidades maiores do que qualquer outro alucinógeno. Foi visto como auxiliar na psicoterapia e no tratamento do alcoolismo crônico:’Sempre que foi experimentado, em todo o mundo, mostrou-se um interessante tratamento para uma doença muito antiga. Nenhuma outra droga até hoje pôde igualar-se a ele em salvar as vidas atormentadas dos alcoólatras inveterados-diretamente, como tratamento, ou indiretamente, como meio de produzir informações valiosas'(6). Mas, em conseqüência da histeria da mídia, pode ser que seu potencial jamais venha a ser conhecido.

LSD-25 ou DELYSIDE (dietilamida do ácido lisérgico 25)- Alcalóide originado do esporão do centeio e outros cereais, micélio do fungo Claviceps purpúrea. Formas de uso: ingerido, comumente em forma de figurinhas coloridas. Sintetizado acidentalmente em 1943 por Albert Hoffman, na tentativa de desenvolver antídoto para o envenenamento, causado pela ingestão de cereais contaminados pelo fungo, que causa gangrena das extremidades, convulsões, aborto. Não é encontrada na natureza, é consumido em forma de pílula e sintetizada em laboratório. Ação: exagera o efeito da serotonina provocando inúmeras sensações e emoções ao mesmo tempo de forma distorcida. Alucinações, despersonalização. A pessoa pode achar que esta ouvindo cores e vendo sons, por exemplo. Aumento da sensibilidade auditiva e da percepção visual. Pode causar insônia, tremores, taquicardia e elevação da pressão. Não causa dependência comprovadamente, resíduos da droga podem permanecer no cérebro por meses, provocando novas alucinações sem aviso. Efeito conhecido como flashback.

2. Os alucinógenos triptamínicos, especialmente a DMT, a psilocibina e a psilocibina.

Os alucinógenos triptamínicos são encontrados em todas as famílias de plantas superiores, por exemplo, nos legumes e a psilocibina e psilocibina ocorrem nos cogumelos. A DMT também ocorre endogenamente no cérebro humano. Por esse motivo, talvez não se deva pensar na DMT como uma droga, mas a intoxicação por DMT é o mais profundo e visivelmente espetacular dos alucinógenos, notável por sua brevidade, intensidade e atoxidade. A DMT existe como parte do metabolismo humano comum, e é o mais poderoso dos alucinógenos indóis que ocorrem naturalmente. A facilidade extraordinária com que a DMT destrói totalmente todas as fronteiras e nos coloca numa Outra dimensão impossível de ser prevista e que nos arrasta é um dos milagres da própria vida. Os sistemas enzimáticos do cérebro humano reconhecem as moléculas de DMT nas sinapses, com absoluta facilidade e simplicidade. Depois de somente algumas centenas de segundos essas enzimas desativam completamente a DMT e, sem causar qualquer dano, reduzem-na a seus subprodutos de metabolismo comum.(6)

Bufotenina (dimetil-5-hidroxitriptamina) – O alcalóide é identificado como N,N-dimetiltriptamina. Substância alucinógena isolada da pele do sapo(Bufo vulgaris). Caracterizada na secreção das glândulas cutâneas de sapo(Bufo vulgaris). Identificada também na Jurema-preta(Mimosa hostilis Bent) cujo vinho é utilizado por índios Pancam de Taracatu em Pernambuco.

Mescalina – Alcalóide extraído de várias espécies do gênero Anhalonium(Lophophora), peyote, ou Lophophora williannsii. É uma das mais antigas substância alucinógenas.Segundo descrição do Farmacologista Quintino Mingoia, provoca euforia, viva excitação imaginativa e visual, que se traduz em uma sucessão rápida de imagens fortemente coloridas, poliédricas e em contínuo movimento.(4)

A mescalina interfere com os sistemas enzimáticos que regulam o funcionamento do cérebro. Mais precisamente é metabolizada em n-n-dimetiltriptamina e ocupa os neuro-receptores da serotonina. Tal atuação diminui a eficiência do cérebro como instrumento destinado a dirigir a mente para os problemas da vida na superfície de nosso planeta. Esta redução do que podemos chamar de eficiência biológica do cérebro parece permitir o acesso de certas classes de acontecimentos mentais ao consciente, acontecimentos esses que são normalmente eliminados por não possuírem valor, do ponto de vista da sobrevivência. Intrusões semelhantes de material biologicamente destituído de importância, porem de interesse estético e, por vezes, de grande valor espiritual, podem dar-se em razão de doenças ou fadiga. Isso também pode suceder como decorrência do jejum ou de um período de reclusão em meio à escuridão e a um completo silêncio.(8)

Psilocibina e psilocina- indóis alucinogênicos ativos isolados no Psilocibe mexicana e Stropharia cubensis, cogumelos usados nas cerimônias indígenas. Apesar de não se metabolizarem diretamente em DMT antes de se tornarem ativos no cérebro, seu caminho é o parente mais próximo do caminho da atividade da DMT. Podem ser ativos nas mesmas sinpses, mas com a DMT sendo mais reativa. A fonte dessa diferença é provavelmente farmacocinética- isto é, a DMT pode atravessar mais facilmente a barreira sanguínea, de modo que uma quantidade maior chega à área de atividade em tempo mais curto. A afinidade dos dois componentes com a área de ligação nas sinapses é aproximadamente igual.

3. As betacarbolinas.

As betacarbolinas, como a harmina e a harmalina, podem ser alucinogênicas perto do nível tóxico. São importantes para o xamanismo visionário porque podem inibir sistemas enzimáticos do corpo que, caso isso não acontecesse, despotencializariam os alucinógenos do tipo DMT. Portanto as betacarbolinas podem ser usadas em conjunção com a DMT para prolongar e intensificar as alucinações visuais. Essa combinação é a base da infusão alucinógena ayahuasca ou yagé, usada na Amazônia. As betacarbolinas são drogas legais, e até muito recentemente eram virtualmente desconhecidas do público geral.

Ayahuasca- No século XIX exploradores-naturalistas começaram a voltar com relatos etnográficos mais ou menos precisos sobre as atividades dos povos aborígine. Os botânicos Richard Spruce e Alfred Russel Wallace viajaram pelos rios da Amazônia na década de 1850. No alto rio Negro, Spruce observou um grupo de índios preparar um alucinógeno estranho. Ele observou ainda que o ingrediente principal desse tóxico era uma liana, um cipó-trepadeira que ele chamou de Banisteria caapi. Vários anos mais tarde, enquanto viajava pelo oeste do equador ele viu a mesma planta sendo usada para fazer um alucinógeno chamado ayahuasca.(7)

Até hoje a ayahuasca continua a fazer parte da vida espiritual de muitas tribos das florestas úmidas da América do Sul. Imigrantes que foram para a bacia amazônica também aceitaram a ayahuasca e criara seu próprio sistema etnobotânico, usando as visões psicodélicas que ela produz para realizar curas.

A palavra ayahuasca é um termo quíchua que pode ser traduzido aproximadamente como “cipó dos mortos” ou ” cipó das almas”. O termo refere-se também a um de seus principais ingredientes, a trepadeira. Os tecidos dessa planta são ricos em alcalóides do tipo betacarbolina. A betacarbolina mais importante existente no que agora é chamado de Banisteriopsis caapi é a harmina. A harmina é um indól, mas não é ostensivamente psicodélica a não ser quando tomada em quantidade que se aproximam do que é considerado uma dose tóxica. Entretanto, muito abaixo desse nível, a harmina é um eficaz inibidor de oxidase de monoamina, de curta ação. Assim, a DMT o alucinógeno presente na Psicotria virids, um arbusto que entra no preparo da ayhuasca, que noirmalmente seria inativo se tomado por via oral, fica altamente psicoativo quando tomado por via oral em combinação com a harmina. Os povos nativos da Amazônia exploraram brilhantemente esses fatos em sua busca de técnicas para obter acesso às dimensões mágicas cruciais para o xamanismo. Ao combinar na ayahuasca plantas contendo DMT com plantas contendo inibidores de OMA, eles exploraram por longo tempo um mecanismo farmacológico, a inibição de OMA, que só foi descrita pela ciência ocidental na década de 1950.

Atualmente na área médica alguns OMA’s foram sintetizados para tratar distúrbios depressivos.

Em presença de harmina a DMT torna-se um composto altamente psicoativo que penetra na corrente sanguínea e termina atravessando a barreira de sangue e entrando no cérebro. Ali ela compete de modo bastante eficaz com a serotonina pelas áreas de ligação sináptica. Essa experiência de lenta liberação de DMT dura de quatro a seis horas e é a base para a visão mágica e xamânica da realidade que caracteriza o ayahuasquero e seu círculo de iniciados.

A experiência induzida pela ayahuasca inclui tapeçarias extremamente ricas de alucinação visual que são particularmente suscetíveis de serem “impulsionadas” e dirigidas pelo som, especialmente o som vocal. Conseqüentemente, um dos legados das culturas usuárias de ayahuasca é um grande repositório de ícaros, ou canções mágicas. Nas sessões de cura tanto o paciente quanto o curandeiro ingerem a ayahuasca, e o canto de canções mágicas é uma experiência compartilhada e amplamente visual. Os ayahuasqueros usam o som e a sugestão para dirigir energia curadora para as partes do corpo e para aspectos não examinados da história pessoal do indivíduo onde a tensão psíquica se instalou. Freqüentemente esses métodos exibem paralelos impressionantes com as técnicas da moderna psicoterapia; em outros momentos eles parecem representar uma compreensão de possibilidades e energias ainda não reconhecidas pelas teorias ocidentais sobre cura.

Também existem rumores persistentes de estados de mente grupal ou telepatia que ocorrem entre os povos tribais menos aculturados. Com relação a indução de telepatia com o uso da ayahuasca, vale lembrar que em 1927, os químicos E. Perrot e M. Raymond-Hamet isolaram o agente ativo do Banisteriopsis caapi, e chamaram-no de telepatina. Anos mais tarde, em 1957, pesquisadores perceberam que a telepatina era idêntica ao composto harmalina, extraído do Perganum harmala, e o nome harmina recebeu precedência oficial sobre telepatina.

Referências Ayahuasca, Farmacocinética.

Foram realizadas pesquisas cientificas pela Escola Paulista de Medicina, da Universidade de São Paulo,a Universidade da Califórnia,entre outras,sobre a Ayahuasca: “Farmacologia Humana da Hoasca, Chá Usado em Contexto Ritual no Brasil”; articulada pelo Departamento de Estudos Médicos da União do Vegetal.

As conclusões da pesquisa invertem conceito anterior da própria Escola Paulista de Medicina, que, em publicação dos anos 80, classificaram o chá como entorpecente e nocivo a saúde, o que o levou a ser listado pelo ministério da Saúde como substância proscrita, de onde foi retirado por dois pareceres favoráveis do Conselho Federal de Entorpecentes – um de 1986 e outro de 1992.

A pesquisa afirma que o chá “não causa qualquer padrão de dependência, abuso, overdose ou abstinência”. E mais “Não foi observado o surgimento de outros distúrbios mentais posteriores ao uso do chá” E ainda: “São abundantes, entre os membros da UDV, histórias de transformação moral, freqüentemente envolvendo curas de alcoolismo, abuso de drogas, violências domésticas, prática de negócios fraudulentos, etc.,o que sem dúvida contribui para uma semelhança notável com o renascer dos cultos cristãos”.

Resultados preliminares dessa pesquisa empreendida por nove centros universitários, do Brasil, Estados Unidos e Finlândia, afirmam que o chá Hoasca, utilizado por diversas organizações Religiosas do pais, é inofensivo a saúde. O chá, segundo essa pesquisa, assinada por algumas das maiores autoridades mundiais em toxicologia, etnobotânica, psiquiatria e psicofarmacologia – entre outros, a maior autoridade em DMT, o norte-americano Rick Strassmann – é do ponto de vista toxicológico, quase tão inócuo quanto a água e bem próximo ao suco de maracujá.

Essa pesquisa esta publicada em duas importantes revistas científicas norte-americanas:”Psichopharmacology”, em texto assinado por Jace Callaway, e “The Journal of Nervous and Mental Disease”, em texto de Charles Grobb. A publicação em revistas especializada é decisiva para a aceitação dos resultados pelo meio científico.(9)

4. A família de substâncias iboganas.

Essas substâncias ocorrem em dois gêneros aparentados de árvores africanas e sul-americanas, a Tabernanthe e a Tabernamontana. A Tabernanthe iboga é um pequeno arbusto de flores amarelas aparentado com o café e tem história de utilização como alucinógeno na África ocidental tropical. Seus componentes ativos tem uma relação estrutural com as betacarbolinas. A ibogana é mais conhecida como poderoso afrodisíaco do que como alucinógeno. Não obstante, em doses suficientes ela é capaz de induzir uma poderosa experiência visionária e emocional.

DISCUSSÃO:

Em O Alimento dos Deuses, Terence Mckenna, abre uma discussão muito interessante sobre o papel da DMT:

O que pode ser dito da DMT como uma experiência e em relação ao nosso vazio espiritual? Será que ela oferece respostas?Será que as triptaminas de ação curta oferecem uma analogia ao êxtase da sociedade igualitária antes que o Éden se tornasse uma lembrança? E, em caso afirmativo, o que podemos dizer sobre ela?

O que me impressionou repetidamente durante os muitos vislumbres do mundo dos indóis alucinogênicos, e o que parece ter escapado geralmente ao comentário, é a transformação da narrativa e da linguagem. A experiência que engolfa todo o nosso ser quando submergidos sob a superfície do êxtase da DMT parece a penetração através de uma membrana. A mente e o eu se desdobram literalmente diante dos nossos olhos. Há a sensação de sermos renovados, ainda que não modificados, como se fôssemos feitos de ouro e tivéssemos acabado de ser remoldados na fornalha do nascimento. A respiração é normal, o ritmo cardíaco é estável, a mente é clara e observadora. Mas e o mundo? E os dados sensórios que recebemos?

Sob a influência da DMT o mundo se torna um labirinto árabe, um palácio, uma jóia marciana mais do que possível, vasta com motivos que enchem a mente de espanto complexo e sem palavras. A cor e a sensação de um segredo que destranca a realidade permeiam a experiência. Há uma sensação de outros tempos, de nossa infância, e de espanto, espanto, e mais espanto. É o reino do que é mais estranho do que podemos supor. Aqui é o mistério, vivo, incólume, ainda tão novo para nós como quando nossos ancestrais viveram-no há quinze mil verões. O senso de conexão emocional é aterrorizante e intenso. Os mistérios revelados são reais, e se algum dia forem totalmente contados não deixarão pedra sobre pedra no pequeno mundo em que ficamos tão doentes. A DMT não é uma de nossas ilusões irracionais. Acredito que o que experimentamos na presença da DMT sejam novidades reais. É uma dimensão próxima- apavorante, transformadora e além de nossa capacidade de imaginar, e ainda assim para ser explorada do jeito usual. Devemos mandar especialistas intrépidos, o que quer que isso signifique, para explorar e relatar o que encontrarem.’ (6)

A luz da psicofarmacologia atual, parece que a porta para esse outro mundo, outra dimensão, são os receptores de serotonina e a chave seria a DMT. As plantas enteógenas, Ayahuasca, Stropharias, Psilocibes, Peyote, San Pedrito, Wuachuma exercem seus efeitos através da DMT ou os alcaloides são metabolizados em DMT para atuarem a nível fisiológico.

O DMT é um alucinógeno endógeno. Esta presente em pequenas doses no cérebro humano. Importante também é o fato de que a psilocibina é a 4-fosforaloxe-N,N-dimetiltriptamina, e que a serotonina, o principal neurotransmissor do cérebro humano, encontrado em todas as formas de vida e em maior concentração nos seres humanos, é 5-hidroxitriptamina. O próprio fato que o DMT age tão rapidamente, começando sua ação em 45 segundos e durando cinco minutos, significa que o cérebro está perfeitamente à vontade com esse composto.

Isso leva a crer que a dimensão que se entra em contato com qualquer dessas plantas seja a mesma, o que varia é a profundidade e intensidade de acordo com a concentração de DMT que se concentra nas sinapses dos neurônios, que é diferente em cada planta enteógena. Essa é principal e gritante diferença de atuação das plantas enteógena para as drogas que são abusadas e usadas de maneira incorreta pela sociedade, essas plantas atuam através dos receptores de serotonina, levando a uma hiperativação das funções psíquicas, de percepção e cognitivas, enquanto como foi descrito acima o álcool, a cocaína, a nicotina, as anfetaminas, barbituricos atuam principalmente através do aumento da liberação ou inibição de metabolização da dopamina, o que leva a uma sensação artificial de bem estar e euforia. O efeito sobre os mecanismos dopaminergícos que estão envolvidos no prazer e satisfação, disparam a dependência física, psicológica e a tolerância. O Ecstasy atua nos receptores de dopamina, e a sua atuação sobre os mecanismos de serotonina e uma ação direta no neurônio forçando-o a liberar a reserva de serotonina o que leva a degeneração neuronal, com uma ação totalmente diferente das plantas enteógenas. Podemos então concluir que substâncias que atuam ao nível dos neuro-receptores de serotonina levam a experiência místico religiosa, espiritual, não causam dependência, apenas hiperativam um mecanismo natural do organismo. Enquanto as substâncias que atuam nos mecanismos dopaminergícos disparam a dependência, tolerância, o que leva ao vício, o abuso e toda a degradação orgânica que segue a esse abuso.

Referências bibliográficas

(1)Super Interessante, n 2, 1998, Cérebro

(2)Galileu, Ano 9, n 110, set 2000, Drogas

(3)Super Interessante, n 6, set 98, O risco das drogas

(4)Farmacodinâmica, Charles Eduard Corbett, 5a. Edição, Ed.Guanabara Koogan

(5)Química Farmacêutica, Quintino Mingoia, Melhoramentos Editora

(6)O Alimento dos Deuses, Terence McKenna, Editora Record

(7)Richard Spruce, Notes of a Botanist on the Amazon and Rio   Negro, A. R. Wallace, ed. (Londres:Macmillan, 1980)

(8)As Portas da Percepção e Céu e Inferno, Aldous huxley, ed. Globo

(9)Jornal?, Pesquisa diz que santo-daime não faz mal a saúde, Ruy Fabiano.

(10)O Retorno a Cultura Arcaica, Terence Mackenna, Ed. Record

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2 Comentários leave one →
  1. 5, 08, 2009 7:03 am

    Abrindo as portas da percepção, para uma admirável nova era!

  2. 26, 04, 2013 11:09 am

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