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Só Não Vende Quem Não Quer

29, 06, 2009

Uma coisa é fato: não há como evitar comprar ou vender algo. Seja pessoalmente ou virtualmente, todos compramos. Compramos produtos e serviços. Sempre estamos dispostos a comprar algo e mais, afinal, condicionamos motivos de nossa realização, muitas vezes, baseados em algum desejo ou necessidade a qual estará alinhada diretamente a algo que deverá ser adquirido mediante um ato de compra, venda ou troca.

A tecnologia tem colaborado muito para o aumento do consumo. Podemos realizar as pesquisas de preços e informações pela internet, não necessitando mais ir às lojas para realizar a melhor decisão de compra. E, com tanta facilidade, não temos motivos para não comprar. Se há insegurança quanto a comprar pela internet, podemos pesquisar as opções de produtos e preços e fechar negócio em uma loja física e não virtual, economizando muito tempo que seria perdido indo para lá e para cá.

Mas o pecado continua a existir. Há lojas que insistem em não investir na capacitação de seus profissionais, deixando de agregar valor através do atendimento. Não demonstram preocupação em inovar em suas ações de promoção de vendas (isto quando tem alguma); esquecem de ter um controle de estoques e compram erroneamente o que não é necessário, se descapitalizando e perdendo assim a competitividade para negociar melhor o que realmente é preciso; deixam de manter relacionamento ou evitam fidelizar seus clientes atuais, dando oportunidades a eles em buscarem alternativas justamente por não terem motivos de continuar a comprar e freqüentar o mesmo estabelecimento.

Algumas indústrias são co-responsáveis obviamente. Caíram na tentação de passar toda a responsabilidade para seus intermediários (lojas, atacados etc.) os quais, como mencionado acima, nem sempre estão preparados ou possuem uma visão de futuro. No final das contas, a indústria vende menos porque seus clientes (lojas etc.) não conseguem aquecer as vendas e os produtos ficam parados por muito tempo, vendendo sempre o commodities pelo menor preço e rentabilidade.

Não interessa o tamanho da empresa, nem segmento, nem mesmo se é indústria, comércio ou serviços. Todas fazem parte do mesmo ciclo e precisam estar em sinergia. Todas são dependentes do mercado e o mercado não é favorável ao sentimento de indiferença. Abraham Maslow citou: “podemos escolher recuar em direção à segurança ou avançar em direção ao crescimento. A opção pelo crescimento tem que ser feita repetidas vezes. E o medo tem que ser superado a cada momento”.

Que tal caminhar em direção ao crescimento, mesmo que signifique andar por caminhos desconhecidos?

Autor: Wagner Campos, com graduação em Administração em Comércio Exterior pela FECEA/PR , tem especialização em Marketing pela FECEA/PR e Formação de Professores para o Ensino Superior pela UNIP/SP.

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