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Aventuras no Pathfinder – Bálsamo – Parte 1

16, 09, 2009

Prelúdio: “Bálsamo” – Parte 1 •

Sem aviso prévio, Xavier desperta o grupo às 5 da manhã, de forma barulhenta e com seu “humor” peculiar habitual. O “agente” dos saltimbancos se nega a maiores explicações; apenas pede a eles que se vistam rapidamente e se preparem para uma “missão” – a primeira a envolver todos eles juntos, em quatro anos. Após o café da manhã, o grupo deixa o prédio do xerifado rumo ao distrito de Mar Dulce – o mais rico da cidade – não sem antes enfrentar os olhares curiosos de cidadãos de Lagoa Verde, cujas opiniões e reações em relação ao grupo variam da simpatia à hostilidade completa: embora os personagens tenham trabalhado em prol da cidade por quatro anos, muitos ali ainda não esqueceram o incêndio do circo.

• Os personagens chegam ao elegante sobrado de Catarina Riccela, sacerdotisa de Sarenrae e uma das curandeiras mais respeitadas de Lagoa Verde. O grupo é conduzido por Xavier até uma saleta nos fundos do casarão, onde a clériga os recebe e apresenta um quadro curioso: repousando sobre macas no centro da sala, dois humanos jovens e um halfling agonizam, à beira da morte, cobertos de ferimentos e queimaduras grotescos. Catarina explica que são bandidos – ladrões de estrada malsucedidos, atacados pela caravana de alquimistas que haviam tentado assaltar. Por ordem da juíza de Ágora, os bandidos foram proibidos de receber tratamento milagroso ou arcano: eles devem ser tratados apenas com curativos e medicamentos tradicionais, como castigo pela tentativa de assalto, e devem ser encaminhados à justiça assim que puderem caminhar com as próprias pernas. • Catarina abre o jogo com os personagens: sem tratamento especial, aqueles três jovens vão morrer – e isso é algo que a clériga, por seus votos, não pode permitir, sejam eles bandidos ou não. Catarina ousou desafiar a juíza e “sequestrou” os assaltantes da enfermaria comum, trazendo-os para sua casa para curar seus ferimentos com ajuda da Deusa, sem intromissão da justiça. Ela precisa da ajuda dos personagens para produzir um bálsamo especial – que promove cura acelerada sem deixar vestígios “mágicos” nos ferimentos. Para isso, ela precisa de um componente inusitado: fragmentos de águas-vivas.

• O grupo decide ajudar a sacerdotisa. Ela promete ajudá-los como agradecimento à presteza (e discrição…) do grupo. Gabriela Dantes, jovem assistente de Catarina, lembra que existem alguns “complicadores” na missão: as águas-vivas tem grande poder regenerativo e neutralizador, mas se deterioram rapidamente: é melhor apanhar o máximo delas no menor espaço de tempo possível e trazê-las de volta em poucas horas, do contrário ou o bálsamo perderá o efeito… ou os pacientes irão morrer antes de receber tratamento. Catarina recomenda que as cacem na caverna semi-submersa próxima à Ilha do Farol, onde há uma grande quantidade delas em pequenas piscinas naturais que se formam na maré baixa. Xavier protesta: a caverna é perigosa, pouco explorada, e se eles não voltarem a tempo a maré voltará a subir… e os deixará presos lá dentro até que se afoguem!

• Apesar dos riscos – não só de morrer na caverna, mas de serem pegos pela milícia da cidade cumprindo uma missão “extra-oficial”, o que certamente agravará suas penas – o grupo aceita o desafio. Gabriela pede ainda uma “missão extra”: que capturem lagostas para um jantar especial que oferecerá a eles – caso retornem… (continua)

Mestre e texto: Alexandre Santana

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