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Aventura e Desventura – Pathfinder – Julgamento

4, 10, 2009

Acontecimentos do dia do grande Julgamento por Lemian

Mais um dia como qualquer outro nasce, aquele cheiro de taverna nas roupas ainda sujas do dia anterior, todos prontos para o grande dia? Não sei ao certo a resposta, mas a única coisa que eu posso afirmar e que eu estou pronto e ansioso para o tal julgamento antecipado, mesmo com certo medo de a Juíza ter descoberto algo que não deva, logo cedo fui surpreendido com uma bela cesta de café da manhã digna de nobres cujo fora presente da amável e bela Gabriela, como sempre não tenho tempo a perder, muita coisa pra fazer em pouco tempo, mal engoli um pão sai rápido, pois me vi obrigado a retribuir tal favor, ai sair me deparei com todos de branco ai fui me lembrar que era o tão amado dia da maré, veio logo a minha cabeça retribuir com uma flor pedi uma a uma simpática senhora, quando eu acabo pensando melhor e resolvendo ir buscar uma flor digna de Gabriela afinal ela teve tanto esforço que eu não poderia retribuir com uma flor simples. Procurei a mais bela flor uma orquídea que ficava no alto de uma arvore, o que foi fácil de pegar utilizando minhas habilidades de faquir. Entreguei para a nobre Gabriela e mais que depressa foi atrás de todos para ir ao julgamento.

Após muitas revelações acabamos descobrindo que a bondosa e curiosa senhora que no dia anterior havia nos ajudado estava morta, e nos como ultimo recurso da juíza que declarou em sigilo que nos seriamos libertos e ela se aposentará em poucos dias, fomos escalados a investigar o fato, quando pude constatar que a morte dela de simples não tinha nada a mesma foi morta através de um ritual o mesmo que provavelmente foi feito com a inocente e ingênua princesa, em meio à investigação somos surpreendidos por um choro de criança, era o filho de aquela pobre senhora, porem, aquele bebe na verdade não e humano e sim um demônio a primeira coisa que veio a minha mente fora o sacrifício do mesmo afinal um bebe demônio pode atrapalhar meus planos de “Imortalidade”, mas contrariado me ausentei e fui atrás do nosso amigo tigre para que ele me acompanha-se ate o local cujo ele encontrara o pedaço de pano vermelho da princesa, seguindo o rastro do mesmo eu percebi que eles estará correndo por algum motivo quando eu escuto um uivo de ataque de uma alcatéia com medo de que alguém estivesse em perigo corri o mais rápido que pude ate encontrar meus companheiros sendo atacados pela alcatéia, os ajudei a acabar com aquelas criaturas, após a luta percebi que o tigre estava ferido e para o bem dele preferi deixar para um outro dia afinal ele machucado poderia me atrapalhar e colocar nos dois em perigo.

Agora tenho de cuidar daquele cavalo que ate agora não sei o porquê ainda o mantemos conosco, espero que ele não de trabalho pois eu estou sem paciência hoje e daí para mata-lo e um pulo cavalo fresco.

Texto por: Bruno Romero

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