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Capítulo 1 – Chegada em Charlion – RPG no Wave

28, 03, 2010

Então em resumo da aventura: Época de reis e castelos, inicio da época medieval. Todos vão estar a viver em uma cidade mediana. Esta cidade se chama Charlion, tanto que e seu símbolo e um leão.

Charlion faz parte de uma das principais rotas de comercio, mas por alguns motivos os últimos anos não tem tido nenhum crescimento espantoso, como deveria ter por estar nesta rota.

Quais os segredos que guarda dentro de suas casas?

Por que Charlion não cresce?

Muitas caravanas chegam e vão para Charlion, não e nada difícil que diversas raças, classes e tipos de aventureiros se encontrem na cidade. Porém todos só fazem uma passagem pela cidade e vão embora o mais breve possível.

OBS: Texto em laranja e itálico, texto informativos do narrador

Que se destaca a chegar a cidade e a presença de uma grande ruína de um templo antigo bem no centro da cidade, nunca foi recuperado pela cidade. Outro ponto são as duas tabernas, uma na frente da outra. As casas são extremamente humildes e simples, as ruas são amplas e bem limpas, até estranho para este tipo de cidade.

[Como o seu personagem chegou a Charlion? Uma expectativa do seu personagem a chegar em Charlion?]

Todos ouvem em suas mentes ao chegar a Charlion: *Que venham os ventos das mudanças*

(Alexandre Santana) AVISO: ó só, como não se trata apenas de uma mensagem, mas do conto de introdução do personagem, ficou beeeeeem longo. Os demais jogadores não precisam ler, coitadinhos; mas o Mestre vai ter que dar o jeito dele. quem mandou me chamar pra essa baderna?😛

(Fortaleza de Tarth Moorda, Quartel-General da Ordem do Falcão de Fogo, uma semana antes)

O Festival do Solstício teve início há algumas horas, arrebatando todo o contingente de soldados que de pronto esvaziaram quase que totalmente a Fortaleza, ansiosos para aproveitar ao máximo de sua única folga anual. No pátio de treinamento, sob o sol inclemente do Deserto Brilhante, um único guerreiro parece firme no propósito de abrir mão dos festejos. A fúria de seus ataques contra o Constructo Simulador de Batalha deixa claro que não se trata apenas de uma demonstração tola de dedicação militar. Não dessa vez…

O suor escorre sobre os ferimentos abertos de Hami, ao mesmo tempo em que o sal queima seus olhos, enquanto ele desvia por uma fração de segundo de uma investida potencialmente fatal desferida pelo Constructo. “É só isso que pode fazer?”, desdenha ele, num sorriso maníaco. “Vamos, lá, seu idiota! Tente me matar! O que ganhará com isso? Mais algumas moedas do tesouro de nosso pai, talvez?”

Suas mãos formigam, enquanto a carga de energia arcana se acumula, retesando os músculos, dilatando os tendões; ele terá poucos instantes para descarregar um Míssil Mágico antes que a energia se dissipe de forma dolorosa. Apenas o momento certo. O momento certo antes que o Constructo incline-se novamente para atacá-lo, e então…

E então, súbito, a máquina pára. O Constructo já bastante danificado, mas ainda operante, interrompe seu ataque e encolhe-se sobre o corpo metálico, as mãos de clava arreando ao chão num baque surdo antes que Hami pudesse descarregar o último míssil de sua reserva mística. Furioso, o garoto pragueja, atingindo uma máquina já incapaz de reagir.

Hami Arsham – “Quem desligou o maldito Constructo?”, grita ele diante da arena vazia. -“Apareça! Talvez você queira ocupar o lugar dele!”

De forma delicada, sem esboçar qualquer expressão em seu rosto de mármore, a figura surpreendentemente autoritária de Sereda Ostarte atravessa o pátio de treinamento em direção a Hami. O soldado se ajoelha, visivelmente envergonhado.

Hami – “Grã-Mestra de Guerra… eu…

Sereda (interompendo) – “Você poderá me enfrentar, se é isso o que quer. Mas receio que essa não é a ocasião apropriada; não acredito que seja a mim que você deseja direcionar sua fúria – nem a mim, nem ao pobre Constructo que tão prontamente tencionava destruir. Não posso permitir que o faça. Constructos de Batalha nos custam caro, soldado.”

Hami – “Eu sinto muito, Mestra, apenas…

Sereda – “Hami. Eu certamente aprecio seus esforços, e a Ordem fará bom uso de suas capacidades no futuro. Mas destruir uma máquina de combate ou morrer no processo não o livrará do ódio que você alimenta contra seu irmão.

“Meu irmão”, pensou Hami. Na manhã anterior, Jerod Arsham havia solicitado uma visita a Hami nas dependências da Fortaleza, normalmente restritas a reuniões privadas. Depois de quase dez anos, o primogênito de Arsalam Arsham havia atravessado o deserto em busca do irmão mais novo – apenas para comunicar-lhe sobre a morte do pai… e levar um baú de ouro em troca de que Hami assinasse documentos, abrindo mão de sua parte da herança. As conseqüências da discussão que se sucedeu certamente serão tema de cochichos entre os soldados no café da manhã por muito tempo. Era admirável que Hami não tivesse sido expulso…

Sereda -“Você sabe, Hami, que nossa Ordem apóia o Reino. Que nós somos responsáveis por missões importantes e sigilosas, e precisamos manter nossa reputação como oficiais de elite – e portanto, acima de discussões mesquinhas de famílias esnobes e reconhecidas por suas… negociações duvidosas. Especialmente se essas famílias promovem escândalos envolvendo um de nossos soldados, dentro de nossos próprios muros!

Hami -“Grã-Mestra… Senhora das Armas… eu sinto muito.

O semblante da guerreira pareceu suavizar por um instante. Ela nutria de certa simpatia pelo garoto – simpatia que, na verdade, aumentara depois de testemunhar a maneira como ele atacara o irmão que havia tido a audácia de ir até ali para ultrajá-lo. Ela mesma não teria reagido de forma diiferente. Mas é claro que uma mulher de sua posição não poderia deixar que tais sentimentos transparecessem.

Sereda – “Temos negócios em Charlion”, disse ela, sem dar atenção à surpresa de Hami diante de sua súbita mudança de assunto. “Fornecedores novos, o tipo de acordo que sempre me deixa desconfortável. Prefiro checar tais contatos e mercadorias pessoalmente, mas o feriado do Solstício já nos deixou desguarnecidos o suficiente. Preciso permanecer aqui.”

Ela se vira e começa a caminhar para fora do pátio, deixando um atônito Hami ainda sobre os joelhos, ao sol.

Sereda – “Recomponha-se e vista seu uniforme de missões diplomáticas. Será meu emissário nesse contato. Não é um trabalho dos mais excitantes, mas lhe dará a oportunidade de esfriar a cabeça… e talvez lhe ensine um pouco sobre como negociar civilizadamente diante de propostas pouco agradáveis…

Sem questionamentos, sabendo que a Grã-Mestra oferecia apenas um bom motivo para mantê-lo fora da Academia enquanto o incidente “esfriava”, Hami concentrou-se nos detalhes da missão e preparou-se para a viagem. Seria a primeira vez, em muitos anos, que encararia o mundo além dos portões da Fortaleza.

(Narrador) A viagem para o jovem Hami é longa, tediosa e maçante. Ao longe pode ver a cidade a qual esta sendo encaminhado, inúmeras perguntas começam a formiga a sua mente.

(Descrição não e nada além do que já foi dito, já)

(Alexandre Santana) Exausto, Hami aproxima-se da cidade satisfeito por ter feito o trajeto em bom tempo. Ainda lhe restam algumas horas antes do encontro com seu contato, o que lhe dará a oportunidade de descansar e alimentar seu cavalo. Observando a movimentação, ele sente, contra a vontade, uma espécie de nostalgia: os acampamentos e feiras mercantes que frequentava em sua infância eram um pouco como aquela cidade: cores e raças misturadas, música e cheiros… embora ali, estranhamente, houvesse um quê de… decadência, ou de sombra de tempos melhores…

Ele procura um estábulo e uma taverna razoavelmente “frequentáveis”. Batendo o pó acumulado em suas pesadas roupas de viagem, daria tudo por um bom vinho – ou algo mais forte.

(Contínua…)

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