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Capítulo 1 – Chegada em Charlion (parte 2)

16, 04, 2010

Link do Post: https://suserania.wordpress.com/2010/03/28/capitulo-1-chegada-em-charlion-rpg-no-wave/

Kefflyng†Nights – *Por ser talvez a cidade comercial mais próxima de onde estou, quem sabe não encontro algum minerio ou artefato de guerra que me interesse… Além de tudo um anão de armas como eu, precisa ganhar algum ouro para supri minhas ambições, meus rivais não cairão diante de um punhal, pelo menos não um Troll.*

Kefflyng†Nights – *Talvez essa cidade de humanos posso me servi como base, por trazerem tantos forasteiros, posso conseguir algum que tenha informações sobre tesouros, artefatos, armas e glória, afinal preciso ter algo para afiar meu machado, Orcs talvez.*

Obs.: Por ser um Anão cinzento, optei por caracterizar meu nome nos postwaves na cor cinza.

Yaroessae Laimion: Em sua recém iniciada busca, Yaroe, como foi chamado pelas últimas companhias, chegou na cidade atraído pela quantidade de pessoas que passam por ela. Pelos mistérios guardados em suas lojas. Pelo ambiente que não diferenciava pessoas, senão por suas capacidades de negociação. Não que seja bom negociador, mas nada mais comum do que pessoas que o fariam em seu lugar pelo preço justo. O maior interesse são antiguidades élficas e humanas. Sem tirar o capuz nem mostrar um sorriso.

OBS: Yaroe procura em alguns lugares por antiguidades, informações sobre lendas e um lugar para descansar.

A cidade e formada por construções simples, muito movimentada e simplesmente simpática, agradável e sorridente.

Única construção que parecer ser mais antiga e as ruínas de um templo que fica bem no centro da cidade, que ninguém se preocupa em recupera-lo.

Diana Folha: Mais pai, eu detesto aquele cheiro de sujeira de Charlion! Aquele monte de gente passando pra lá e pra cá. Pra mim tudo fede por lá!

Jeremy: DIANA! Não me obrigue a lembra-la que neste caso você deve seguir minha ordem sem questionamentos. Estou falando como druida!

Jeremy respira profundamente, olha para Diana nos olhos e num tom carinhoso explica pra ela o que deve procurar em Charlion.

Jeremy: Existe um artefato druida muito antigo que recentemente foi usado novamente. Algo que provocou grande aflição ao Gran-druida, meu superior. Descobrimos que um dos “nosso” secretamente descobriu sua localização e estudando suas runas foi capaz de -se de grande poder, mesmo que momentaneamente. Ele fugiu e foi perseguido, capturado mais o artefato não estava com ele. e mesmo sob tortura o infeliz não revelou o paradeiro do artefato. Agora o Gran-druida está mobilizando toda Ordem para descobrir onde o traidor escondeu o artefato. Querida, confio em você para ir até a cidade dos viajantes buscar pistas que possam nos levar ao esconderijo do artefato. Prepare suas coisas e parta ao nascer do sol.

Diana Folha: Esta certo meu pai. Agora compreendo como fui tola e desrespeitosa. minha missão é nobre e urgente! partirei assim que o cume do monte cinza sentir os primeiros raios do sol.

Jeremy: Se estiver em situação dificil procure o seu velho tio Edmund, ele esta “aposentado” da Ordem mais poderá ajuda-la caso necessite.

Assim parte Diana para a cidade de Charlion, contando apenas com sua inteligência e intuição para desvendar aonde o maldito traidor escondeu o artefato precioso.

A bela Diana ao chegar a cidade se depara com um ambiente extremamente agradavel, acolhedor e sorridente. Jeremy havia dado um pequeno endereço aonde poderia encontrar Edmund na cidade.

Quando Diana pergunta a um cidadão sobre aonde e este endereço, prontamente o mesmo lhe leva ate o endereço e vai conversando sobre amenidades da cidade.

Após deixar na porta da porta do endereço o cidadão comprimenta a Diana e volta ao caminho.

Na porta podes ver o simbolo da ordem.

Kefflyng†Nights – *Hurnm, irei até a taverna, minha garganta esta empueirada, a cidade parece esta recebendo um pouco de movimento hoje, quem sabe não encontro um pouco de distração, nesta cidade de comerciantes não se encontra nada a “altura” de minha importância. hurmn.*

Narrador: Podes observar que tem duas tabernas na cidade, uma de frente para a outra, bem na via principal da cidade.

Havia dois meses desde que Caladiel abandonara seu lar e viajava para o mais longe possível da conspiradora Odem da Chama Imortal, liderada por sua mãe.

Apesar de ter tido rápidos contatos com diversos seres durante a jornada, desde anões a druidas – exceto elfo, pois ela os evitava – não teve notícia alguma ligada a seu clã. E assim preferia.

Enquanto bebia a água em uma cachoeira, encontrou um homem que logo perguntou onde estava indo e o que buscava.

Caladiel: “Eu nada busco, e a lugar algum pretendo chegar. Apenas me distanciar de meu lar até que os Laços da Memória não mais possam lá me atar”.

Homem: “Talvez você queira se misturar com a movimentação em um lugar onde todas as raças se esbarram. É mais fácil se ocultar na multidão do que se refugiar em um lugar solitário. Se for o caso, vá para Charlion. Basta seguir o pôr do sol”.

Caladiel se virou para onde o sol já se deitava e, voltando-se para o homem, ele já não estava mais lá. Intrigada, seguiu a sugestão e cheou à tal cidade.

Por um bom tempo observou Charlion do alto de uma colina, pouco impressionada, sem expectativa alguma. Tinha algum receio de ser encontrada e reconhecida por elfos. Quem poderia dizer se a Ordem da Chama Imortal não possuía seguidores em outros clãs élficos em qualquer lugar do mundo? Puxou seu capuz, escondendo o rosto, e desceu a colina, adentrando as ruas da cidade. Pela primeira vez em sua jornada solitária, se sentiu tensa.

Ao ouvir em sua mente *que venham os ventos das mudanças*, teve um grande receio. Mudanças sempre lhe eram interessantes, mas apenas as que ela mesma pudesse decidir. E, além disso, de onde veio aquilo?

Sentiu fome e sede e procurou lugar para comer.

Cladiel, ao chegar em Charlion e a mesma da mensagem a baixo.

Logo que vem ao seu olfato o cheiro de comida sendo preparada e saborosa.

A todos que chegam a cidade notam que o povo e extremamente amistoso, todos por que passam por você lhe fazem referência, alguns fazem lhe comprimentar com as suas mãos para lhe dar boas vindas e todos sempre estão a sorrir para vocês.

Cidade calma, ensolarada, um vento suave correr pelas ruas deixando aquela tarde quente suave e agradavel. Ate mesmo o guerreiro com armadura mais pesada se sente muito confortavel a passear pelas ruas.

Kefflyng†Nights – *Algumas das Tavernas, pode-se entrar armado???*

Narrador: Todas podem entrar armados.

efflyng†Nights – *Vou até o Balcão, olhando o movimento, chego para o atendente.*

Na verdade todo o movimento fica te olhando, na mesma hora levantando a sua caneca e com grito sonoro de “Heyyyyy Anão” e batem forte as canecas nas mesas e voltam a conversar calmamente como estavam antes.

Kefflyng: – *Cidade estranha, com pessoas esquisitas, quem pensam que sou, um desses comerciantes sem nome, Rarr.*

“Me veja uma caneca de Run”

*Ao mesmo tempo procuro uma Mesa, preferêncialmente em um ângulo que visualize a porta de entrada.*

Um jovem atende chega com uma grande caneca espumante e cheirosa de cerveja maltada, que te faz salivar (discretamente, que anão não saliva) de tão explendorosa esta aquela caneca.

Ao pegar com as suas mãos aquela caneca, sente ela gelada como nunca havias sentido anteriormente em sua vida.

Kefflyng:*Recolho a caneca e saio em direção a uma mesa*

“Quanto mais afastado desses loucos estiver melhor.”

Vês uma mesa perto da janela, aonde entra suavemente a luz do sol.

Uma bela servente esta a terminar de limpa e faz sinal para que você se sente lá. Ao lado já esta colocado um suporte para armas.

Kefflyng – Obs. Pedi uma caneca de Run, mas tudo bem. A Manaus com esse padrão.(Arram, mas por algum motivo resolveram te dar esta cerveja)

(contínua..)

One Comment leave one →
  1. 16, 04, 2010 2:22 pm

    Eba! Logo logo a coisa vai esquentar😀

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